PCP acusa Governo de querer desmantelar SNS e estar desligado da realidade
Paulo Raimundo disse que o Governo quer fazer da a saúde "um grande negócio para um conjunto pequeno de grupos privados".
Paulo Raimundo disse que o Governo quer fazer da a saúde "um grande negócio para um conjunto pequeno de grupos privados".
O candidato disse já ter previsto fazer um debate com aquele que venha a ser o seu adversário e que terá de pensar quais as zonas do país a visitar nessa segunda fase.
Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
O candidato aconselhou a ministra a explicar porque é que "algumas coisas más estão a acontecer na saúde e, ao mesmo tempo, diga o que está a ser preparado para corrigir, qual o caminho e o calendário".
O Executivo garantiu ainda que "continuará a desenvolver um trabalho com cordialidade, boa-fé e responsabilidade para com os profissionais médicos e em prol do SNS".
Novo sistema vai permitir aos doentes acompanharem a sua posição na lista de espera e escolherem o hospital onde querem ser atendidos.
Candidata às Presidenciais do próximo dia 18 pede a intervenção do Chefe de Estado.
Luísa Ximenes, enfermeira diretora demissionária, recorda que a ministra da Saúde "sujeitou [o hospital] a duas administrações" e que "agora vem uma terceira".
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
Depois dos recentes casos de mortes associadas ao atraso no socorro por parte do INEM, o primeiro-ministro garantiu que a ministra da Saúde vai continuar no Governo.
O primeiro-ministro lamentou a morte das três pessoas que morreram no espaço de 24 horas enquanto esperavam pelo INEM.
"Não podemos continuar a viver num país onde quando um cidadão liga para o INEM espera ter sorte, quando aquilo que é suposto é esperar ter resposta e é isso que precisamos de ver garantido", afirmou Mariana Vieira da Silva
Ana Paula Martins vincou que Portugal está "ainda, no meio de uma epidemia de gripe", num inverno mais severo do que o do ano passado e com vírus mais agressivos.
Presidente da República deu luz verde à proposta do Governo.
A ministra da Saúde já tinha estimado que mais de 1.200 de casos de pessoas com alta clínica mas sem resposta noutros locais.
O protocolo entre os três organismos, PJ, INEM e IPST, foi assinado esta segunda-feira e o objetivo é criar uma cooperação para o transporte aéreo de órgãos e das respetivas equipas médicas de colheita.