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"Há uma responsabilidade política que o Governo tem de assumir que é de não frustrar expectativas", defende deputado António Filipe. Aumentos dos valores vão de 48 a 68 euros.
O PCP considerou hoje que um valor "irrisório" para o subsídio de risco para os profissionais das forças de segurança terá a oposição do partido, advertindo que o Governo tem a responsabilidade de "não frustrar expectativas".
"É por reconhecermos que assim é e que há uma proposta que importa recuperar, que consideramos justa a atribuição de um subsídio de risco. Agora, se for um subsídio de risco irrisório, enfim, naturalmente que isso será motivo de frustração e que terá a oposição por parte do PCP", disse à agência Lusa o deputado António Filipe, na sequência de uma reunião que decorreu entre a grupo parlamentar, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que decorreu na terça-feira.
A reunião decorreu para fazer um ponto de situação sobre as negociações que estão em curso entre o executivo socialista e os sindicatos dos profissionais das forças de segurança para encontrar um acordo sobre o subsídio de risco.
António Filipe sublinhou que há um artigo inscrito no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) que especifica a necessidade de haver negociações e que o PCP "não deixará de confrontar o Governo com essa responsabilidade" de ir ao encontro das "reivindicações razoáveis" dos sindicatos.
"Há uma responsabilidade política que o Governo tem de assumir que é de não frustrar expectativas, ou seja, tem de haver um montante que seja razoável e que seja aceitável por parte das forças de segurança", completou.
O parlamentar acusou o Governo de desvalorizar a nível remuneratório o "papel que é desempenhado pelos profissionais das forças de segurança" e que a implementação deste subsídio é há vários anos "referida sem que nunca tenha sido concretizada".
"A Lei do Orçamento [do Estado para este ano] aponta para a conclusão do processo negocial no primeiro semestre do ano, e, portanto, o Governo neste momento já está em incumprimento, já está atraso", completou.
A plataforma constituída por 13 sindicatos da PSP e associações socioprofissionais da GNR realiza na quinta-feira uma concentração junto ao local do Conselho de Ministros e ao fim da tarde uma outra ação de protesto junto ao MAI para exigir um subsídio de risco no valor de 430,39 euros.
O MAI apresentou às estruturas da PSP e da GNR um novo suplemento por serviço de risco nas forças de segurança, que substituirá o atual suplemento por serviço nas forças de segurança, e contempla a majoração do valor consoante as funções desempenhadas pelos polícias.
De acordo com o MAI, a proposta para a componente fixa do suplemento por serviço nas forças de Segurança (atualmente de 31 euros) prevê 100 euros por mês para os elementos em funções de ronda e patrulha, 90 euros para quem têm funções de comando e 80 euros para os restantes operacionais da PSP e GNR, significando, na prática, um aumento de 68, 59 e 48 respetivamente.
Entretanto, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna já garantiu a disponibilidade do Governo para atribuir aos polícias um subsídio de risco com valor de "alguma dignidade", mas num quadro "realista".
Subsídio de risco "irrisório" para forças de segurança terá oposição do PCP
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