PSP atenta a apelos nas redes sociais para “rebelião” em centros comerciais de Lisboa
Houve espaços que pediram o reforço de agentes.
Houve espaços que pediram o reforço de agentes.
Em causa está a carga policial na madrugada de dia 25 de outubro para acabar com a acampada pela habitação em curso na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto, com recurso a bastonada e a cães.
Agentes que dispararam para matar, bastonadas em manifestantes e comerciantes e cães-polícia sem saber quem atacar. Tudo isto aconteceu nos protestos mais violentos da democracia portuguesa.
O pedido da polícia destinou-se à zona abrangida pela "operação de segurança a realizar no dia 31 de outubro de 2026", em Lisboa.
Tenda que faz alusão direta à PSP foi feita por um artista profissional. O movimento Acampada de Lisboa vai voltar a montar tendas e pernoitar na praça do Rossio no sábado.
As organizações condenam os episódios de violência, por parte de alguns manifestantes, como aconteceu recentemente em França, mas também por parte das autoridades na forma como respondem aos protestos.
Na Praça D. João I, a assembleia popular, que juntou 300 pessoas e teve início pelas 20:00, votou várias sugestões de resposta ao convite de Pedro Duarte, sendo que a mais votada (com 116 votos) foi a de sugerir uma reunião presencial com o autarca no Rivoli, para que todos possam estar presentes.
Manifestantes vão até São Bento.
De manhã cedo, uma parte dos que pernoitaram na praça D. João I, no Porto, saiu para trabalhar, permanecendo no local cerca de uma dúzia de pessoas.
O novo diretor nacional da PSP arruinou-se com os fretes que fez ao Governo.
Associações exigem aumentos salariais, revisão das carreiras e melhorias nas condições de trabalho.
Os participantes decidiram realizar uma concentração nas Portas da Cidade, no centro de Ponta Delgada, no dia 14 de novembro, a partir das 10:00 locais.
Entre 200 e 300 pessoas regressaram esta noite ao Rossio para a Acampada de Lisboa.
Estão cerca de 300 pessoas em cada cidade.
Em 14 de outubro, o autarca referiu que a Câmara do Porto seria "absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas" na Praça D. João I, onde no dia 10 começou uma acampada para protestar a crise da habitação.
Criado na Alemanha em 2017, está a crescer em Portugal com atletas dos 8 aos 88 anos. A corrida de fitness ganha fiéis com enorme velocidade e os fundadores enriqueceram.