Zelensky escapou a 11 tentativas de assassinato e admite que raramente vê os filhos: "É perigoso"
Movimentos do presidente ucraniano são vigiados pelos serviços secretos russos.
Movimentos do presidente ucraniano são vigiados pelos serviços secretos russos.
O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.
O líder ucraniano ofereceu ainda ajuda aos países do Golfo a derrubar drones se os líderes convencerem Putin a um cessar-fogo.
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
Newsletter de segunda-feira, dia e de março
Com ganhos territoriais mínimos e um sacrifício humano colossal, Putin vive o dilema de todos os tiranos: sabe que tem de parar e sabe que não pode parar. Que fazer?
A primeira-dama vai presidir o Conselho de Segurança da ONU. A ex-modelo terá funções como definir o programa de trabalho das reuniões, gerir negociações e ser a porta-voz do órgão.
Presidente russo enviou uma mensagem de condolências ao presidente do Irão.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
Irão já começou a retaliar e atingiu uma base naval norte-americana. Não há ainda registo de feridos.
Dmitry Medvedev acusa norte-americanos que nunca terem desejado um entendimento com o Irão.
"Eles entendem que ganharam ao entrar para a União Europeia, mas eu pergunto: porquê essa aproximação a Putin? E eles respondem que é por motivos estratégicos, interesseiros. Ora, não são eurocéticos, eles são 'euro-oportunistas'. (...) Na Hungria há muito pouca simpatia pela causa ucraniana", afirma o especialista NOW José Filipe Pinto.
Com ganhos territoriais mínimos e um sacrifício humano colossal, Putin vive o dilema de todos os tiranos: sabe que tem de parar e sabe que não pode parar. Que fazer?
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.