Trump há um ano no poder: as principais medidas adotadas neste segundo mandato
Adoção de medidas drásticas em praticamente todas as áreas de atuação abalou as políticas interna e externa norte-americanas.
Adoção de medidas drásticas em praticamente todas as áreas de atuação abalou as políticas interna e externa norte-americanas.
Discussões, que se realizarão na Florida, ocorrem num momento em que uma série de bombardeamentos russos contra as infraestruturas da Ucrânia provocaram cortes de energia no meio do inverno.
Vitali Klitschko afirmou que a prioridade “é a segurança das crianças e a preservação do processo educativo, mesmo em condições difíceis".
Gansos explicam, em comunicado, processo da venda de Felippe Cardoso para o FC Akhmat
'Público' avança que MP acusou os gansos de terem tentado ocultar a origem de mais de um milhão de euros
O risco de uma intervenção americana no arquipélago, antes tido como inverosímil, passou a estar no cenário – não é alto para já, mas existe. Gronelândia vai ser teste.
A Europa fará de Delcy Rodrigues, orgulho engolido, a convidar os EUA para uma “agenda de cooperação”. Somos todos Delcy. Uma Delcy democrática, é certo, mas muito Delcy na postura.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações
Candidato presidencial disse que, se fosse conselheiro, teria pedido dispensa da reunião.
Aconteceu esta sexta-feira, perto da fronteira com a Polónia.
Presidente dos Estados Unidos tem sido alvo de críticas depois do ataque à Venezuela.
Apesar de Moscovo ser afetado por estas ações militares, uma vez que parte do seu petróleo era proveniente da Venezuela, esta operação poderá jogar a seu favor. A captura de Maduro tornará mais difícil a possibilidade de outros países condenarem a sua ofensiva na Ucrânia.
Iremos regressar às tascas e tabernas, tentaremos escapar à IA nas redes sociais, vamos vestir rendas e decorar a casa em tons de branco.
Neste contexto não há diplomacia, esperteza, habilidade que substitua a força. Ora para a Europa ter força e não precisar de lutar (pode ser preciso) essa força tem que ser evidente e vista como força e não retórica
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
A UE mostra-se "medrosa" em enfrentar o "jacaré norte-americano", mas deve fazê-lo, este ano, se quer salvar a ordem internacional. O antigo ministro da Economia lembra ainda que o excesso de petróleo atual é tal que seria possível parar a produção por três meses.