Tudo o que os americanos detestam
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
De Gaulle era senhor de uma visão ampla, por muito equivocada que fosse, das grandes linhas de força da política internacional do seu tempo.
Vestiu-se de Oscar Wilde, aprendeu grego à hora de almoço e tem uma rotina: escreve, nada e volta a escrever. Aos 76 anos, recebeu o Nobel enquanto ouvia o vento na Islândia.
O peixe sai de Portugal e chega ainda fresco às mesas do seu restaurante, muito apreciado em Montreal. Para atingir tal estatuto, Carlos Ferreira começou a lavar mil pratos por dia.
Apesar de toda a tecnologia, os corpos reais continuam a ser essenciais para estudar anatomia. E há cada vez mais gente a fazer esta doação - mesmo as religiosas, até freiras.
O novo Hyundai Ioniq 9 é um SUV 100% elétrico de sete lugares, carregado de tecnologia e com autonomia para até 600 quilómetros. A SÁBADO experimentou-o entre Cascais e Sintra, com a versão Calligraphy, disponível a partir de 76.875 euros.
Vítima de deepfakes, primeira-ministra italiana entrou com o processo para registar a sua voz.
Quando encostamos alguém à parede, esta pessoa luta com mais força, quando lhe oferecemos uma saída com honra, a pessoa sai, a generosidade estratégica não é fraqueza, é precisão.
Teresa Aires perdeu a filha Winnie aos seis meses de gravidez. O que enfrentou a seguir levou-a a ela e à mãe psicóloga a escreverem um guia de ajuda para pais e familiares na mesma situação e que está disponível de forma gratuita.
Um autor haitiano do livro sensação em França foi acusado de ter escrito a obra com Inteligência Artificial. Em Portugal, ainda não foram detetados casos semelhantes, mas há quem imagine uma literatura criada por entidades não humanas.
A prostituição, ou o trabalho sexual, não é a profissão mais antiga, mas essa ideia cristalizou-se no nosso diálogo coletivo, sem qualquer rigor histórico, porque transmite uma ideia de inevitabilidade, como se fosse impossível de abolir ou evitar. E é provável.
Até os psicólogos aprovam: os assuntos pesados ficam mais leves com mensagens simples e ilustrações apelativas. E as histórias para os mais pequenos também resultam com adultos.
Há no mito de Babel esta ideia simples: quem fala diferentes línguas não se entende, não poderá fazer ou decidir, pois, nada em comum. A ONU tenta contrariar isto, e é por isso uma das mais belas ideias modernas.
Não costuma funcionar. Mas Mário Centeno gostava. Saiu, qual tampa, mas permanece agarrado às suas próprias ambições futuras, seja para o que for, sabemos lá nós, do homem que admitiu ser primeiro-ministro sem ser eleito, Presidente sem chegar a ser candidato, e quiçá agora líder do PS ou candidato a PM independente num esquema qualquer que lhe poupe a maçada de ser sequer militante. Há quem o compare a Passos Coelho, por ser a voz divergente na sua área política. Não chega, não é Passos quem quer
Lançado a 28 de setembro de 1976, "Songs in the Key of Life" chega às cinco décadas. Amor, racismo, fé, infância e futuro couberam na medida exata do seu excesso.
O candidato presidencial citou o escritor Eduardo Galeano para deixar um aviso às empresas estrangeiras que querem explorar aquele recurso brasileiro.
Decidir se queremos ter filhos, quando os queremos ter e quantos queremos ter é uma escolhas. Parece uma decisão íntima, quase privada. Mas depende de algo muito público: de sistemas de saúde que funcionam, de informação fiável, de profissionais disponíveis e, sobretudo, de investimento.