Médio Oriente: 19 países condenam medidas israelitas para "anexação de facto" da Cisjordânia
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
A área E1 abrange cerca de 3% de toda a Cisjordânia ocupada e cria um triângulo entre Jerusalém, Belém e Ramallah.
Primeiro-ministro israelita tem sido acusado de não fazer o suficiente para que o plano de paz avance para a segunda fase.
A decisão incluiu a legalização retroativa de alguns postos avançados ou bairros de colonatos já existentes bem como a criação de novos em terrenos de onde os palestinianos foram evacuados.
A autoridade, conhecida como Conselho de Paz, que terá um conselho de supervisão liderado pelo próprio Presidente norte-americano Donald Trump, vai supervisionar a reconstrução de Gaza sob um mandato da ONU de dois anos, renovável.
A diplomacia iraniana considerou que a resolução viola “especialmente o direito à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado palestiniano independente com Jerusalém oriental como capital”.
Durante o mandato de Joe Biden, oficiais de inteligência norte-americana divulgaram um relatório a concluir que o príncipe herdeiro tinha ordenado o assassinato do crítico do regime saudita.
O presidente dos Estados Unidos defendeu que a votação entrará para a história porque a sua proposta "levará a uma maior paz em todo o mundo".
O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução de apoio ao plano que autoriza o estabelecimento de uma Força Internacional de Estabilização temporária no enclave.
A lei foi aprovada no parlamento e aplaudida por ministros do executivo de Netanyahu.
Falar de "Paz no Médio Oriente" é arriscado. Mas o acordo de cessar-fogo celebrado no Egito foi a melhor notícia desde 7 de outubro de 2023. Desarmar o Hamas e concretizar a saída das IDF de Gaza serão os maiores desafios. Da Ucrânia vêm exemplos de heroísmo e resistência. Em França cresce o fantasma da ingovernabilidade.
O historiador judeu-árabe defende a ideia de um estado com direitos iguais para todos. Reconhece o direito de Israel, mas acusa Netanyahu de genocídio. E diz que não apoia o Hamas
A primeira fase do plano de Trump está (quase) concluída, mas subsistem questões quanto aos próximos passos para a pacificação duradoura da região.
Mais de vinte líderes mundiais estão reunidos no Egito para apoiar o cessar-fogo alcançado em Gaza, encontrar uma forma de terminar a guerra e desenvolver uma visão de longo prazo para a reconstrução do enclave.
Abdicar do direito a votar – e, portanto, de manifestar a opinião própria acerca do estado do país – parece-me um comportamento muito impróprio.