A mania de mudar o emblema
O Sporting alterou agora o símbolo, tornando-o mais parecido com o original. Já todos os clubes o fizeram, mas alguns exageram - o Bayern Munique já o fez por 18 vezes e o Marselha por 12.
O Sporting alterou agora o símbolo, tornando-o mais parecido com o original. Já todos os clubes o fizeram, mas alguns exageram - o Bayern Munique já o fez por 18 vezes e o Marselha por 12.
O carro elétrico é, antes de tudo, um software, e o software que verdadeiramente importa já não é escrito por engenheiros linha a linha, é treinado.
Ventura acha que Montenegro não o respeita e sonha com um bipartidarismo entre o PS e... o Chega. Carneiro não quer parecer frágil, mas ensaia um discurso de vítima. Um não gosta de antecipar ansiedades como a discussão orçamental (Carneiro); outro vive delas (Ventura). Fazem contas a eleições em 2029.
Alimenta-se, com frequência, uma ideia errada na opinião pública de que os magistrados do Ministério Público não têm prazos para cumprir, ao contrário dos advogados.
A SÁBADO tem um número especial sobre o bicentenário da declaração de independência. Há festa e reflexão na América, há muito para ler nas páginas desta edição.
Os ucranianos estão a resistir "against all odds". Mas estão a fazer muito mais do que isso. A inovação tecnológica está a travar a invasão russa e a colocar problemas insolúveis para Putin. E agora, que o "o futuro já chegou", devíamos voltar a Joe Biden, o tal "Presidente do passado", que estava, afinal, incrivelmente certo na mensagem de despedida, há um ano e meio
O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.
Não há sonho russo, não há sonho chinês, não há multidões à procura do futuro a aportar aos alegados competidores na também alegada (por enquanto) Nova Ordem Mundial.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
Já agora, que tal definir muito claramente qual o momento a partir do qual podemos afirmar que Portugal passou a existir como país independente?
Da promessa tecnológica à responsabilidade jurídica.
Os partidos políticos não são associações privadas vulgares. Têm natureza, função e fins constitucionais, pois, selecionam candidatos, formam elites dirigentes, integram governos, compõem parlamentos, autarquias, empresas públicas, gabinetes, procedem a nomeações de cargos políticos e altos cargos públicos e definem ou influenciam políticas públicas.
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
A RNE recorda que na sexta-feira passada informou que a operadora alemã "pode, a todo o momento, aceder ao terminal, desde que respeite as regras que regulam o serviço expresso em Portugal", incluindo a exigência de autorizações emitidas pelo IMT, Instituto da Mobilidade e dos Transportes.
O problema é que a ciência contemporânea diz valorizar a novidade, mas muitas vezes castiga quem a pratica. Projetos arriscados têm menos probabilidade de financiamento. Ideias fora da corrente dominante encontram mais resistência nos painéis de avaliação.