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Repórter SÁBADO: Ministério Público acusa Ricardo Rajani de burla qualificada

Repórter SÁBADO: Ministério Público acusa Ricardo Rajani de burla qualificada

Em março, o Repórter SÁBADO deu a conhecer Ricardo Rajani. Já foi o melhor imobiliário de Portugal e estava a ser acusado por vários colegas e clientes de burlas milionárias. Quatro meses depois, Rajani está agora acusado pelo Ministério Público de burla qualificada e falsificação de documentos. Revelamos os pormenores da acusação e o destino do dinheiro, que, segundo o MP, serviu para tudo menos para investimentos imobiliários que prometia aos lesados. Uma investigação para ver esta noite, pelas 21h40, no canal NOW.

Migrantes Marrocos - Ceuta
Alexandre R. Malhado

A invasão de Ceuta

Em menos de 24 horas, mais de 60 mil migrantes chegaram à fronteira espanhola a nado, entre vivas a Espanha e a Pedro Sánchez. As políticas migratórias do primeiro-ministro espanhol estão na mira da oposição.

Cuidados intensivos

Filmes de terror

O alegado roubo no gabinete parlamentar do Chega é pura encenação? Deus me livre de tal pensamento: a realidade, ao contrário da ficção, nem sempre é verosímil. Significa apenas que, no dia em que o dr. Ventura pretender levar aos ecrãs este episódio, terá de o alterar significativamente. Ninguém pagaria bilhete para um filme tão mal-amanhado.

A ainda Ponte sobre o Tejo em 1964, já com as torres icónicas, mas ainda sem a viga de rigidez
Bruno Faria Lopes

60 anos da Ponte 25 de Abril: a obra que mudou o país

Começou por ser Ponte sobre o Tejo, foi batizada contra a opinião de Salazar e rebatizada à revelia do poder pós-Abril. Salazar votou contra a construção (mas queria-a). Tem um cruzamento oculto com a guerra colonial. Ajudou a financiar a Vasco da Gama e terá um papel no novo aeroporto.

Análise minuciosa ao trabalho do Governo na Modernização Tecnológica do Estado

A simplificação administrativa deixou também de ser slogan e passou a ter métricas. O diagnóstico assumido pelo próprio ministro Adjunto e da Reforma do Estado foi cru: cerca de 356 horas para abrir uma empresa e mais 391 horas em obrigações burocráticas, ou seja, perto de 750 horas por ano perdidas em papelada, o equivalente a um terço do ano de trabalho de um empresário.

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