Burradas e burratas
Moral da história? A liberdade não tem preço, mas teve um custo: um País politicamente aberto e economicamente travado. Uma inteligência adulta aceita as duas ideias. Cabeças estreitas escolhem a que mais lhes convém.
Moral da história? A liberdade não tem preço, mas teve um custo: um País politicamente aberto e economicamente travado. Uma inteligência adulta aceita as duas ideias. Cabeças estreitas escolhem a que mais lhes convém.
O caso remonta a 2017 e envolveu um assalto aos Paióis Nacionais de Tancos, de onde desapareceu armamento do Exército Português.
A militância da minha avó pela água era de tal ordem que me recordo, quando entrei para a primária, em 1999, de a ouvir defender que a roda dos alimentos deveria ter a água no centro, fundamentada com ótimos argumentos para a minha cabeça de criança de 6 anos.
O atleta amador de triatlo arrancou do Porto, em fevereiro, para uma viagem que terminará no Natal. Até agora não teve medo, só sustos com cães que não o largam.
Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.
Quando deixou o futebol nunca imaginou que viria a ter uma carreira na televisão, mas tornou-se um dos rostos mais populares. Não se considera humorista, mas põe o País a rir com as suas histórias.
'O Amor não Morre' é o sexto romance de Cláudio Ramos, que chega amanhã, dia 25, às livrarias. O apresentador, que faz dupla com Cristina Ferreira, diz que sempre escreveu por prazer e que é um autodidata.
10 anos depois, o Nómada mantém a consistência: ótimos carpaccios, sashimi e rolos variados. Será esta a prova de que há coisas que resistem ao tempo?
A noite era dele mas, de verdade, o interesse era todo meu. Há amigos assim
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
Em resposta, Inês de Medeiros garante que nunca fugiu às suas responsabilidades e acrescenta: "Confesso que nunca tinha visto um presidente de uma instituição a questionar porque é que uma câmara não toma posse administrativa dos nossos terrenos. É uma originalidade que confesso que não conhecia".
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância
Confesso que imaginei que umas eleições com um resultado tão bonito e tão claro pusessem em ordem não apenas os ismos extremistas, que por todo o lado saltitam, mas também o clima