'Jamaica', membro dos Super Dragões e arguido da Operação Pretoriano, encontrado morto em casa
Estava incontactável há dois dias.
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Paulo tinha-se divorciado de Sílvia, mas continuava em conflito pela posse de uns terrenos. Os ex-sogros estavam envolvidos no barulho. Um dia, Paulo acordou, encheu-se de uísque e foi matá-los todos.
Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.
Optar pela suspensão do processo ou da pena não é virar as costas ao crime nem abdicar de punir. É aceitar que a justiça tem de ser proporcional, reservando a prisão para a criminalidade grave, onde ela é realmente necessária.
Os titulares de cargos públicos não representam apenas a si próprios. Representam o Estado e por isso, quando sobre eles recaem dúvidas sérias que afetam a confiança dos cidadãos, a resposta não pode limitar-se à defesa jurídica da legalidade dos seus atos.
O que une Luís Neves e Fernando Alexandre é uma cultura de desresponsabilização demasiado habitual. Um reúne documentos enquanto permanece no cargo perante uma investigação que envolve suspeitas de abuso de poder. O outro cria uma terceira oportunidade de exames para tentar reparar um sistema que nunca deveria ter falhado desta forma.
Cinco membros do Grande Oriente Lusitano contestaram a expulsão nos tribunais comuns e obtiveram uma primeira vitória no Tribunal da Relação de Lisboa.
É “difícil trabalhar” com a presidente de câmara do PS, dizem antigos colaboradores. Aparelho da câmara foi colonizado por socialistas. E a crise da água abriu guerras internas.
De acordo com a PJ, o comportamento criminoso do suspeito enquadra-se no síndrome do bebé chocalhado.
Gabriel Moreira esteve detido quase dois anos e meio: metade do tempo em prisão preventiva e a outra metade em prisão domiciliária.
O combate à violência doméstica em Portugal tem sido pautado por uma evolução legislativa e dogmática assinalável.
O presidente da Câmara de Albufeira reagiu: “Não aceito fazer mais casas, mais subsídios ou mais regalias para alguns por apenas pertencerem a determinado grupo ou etnia”.
O presidente da Câmara de Albufeira, eleito pelo Chega, revelou nas redes sociais que foi constituído arguido. Em causa estão suspeitas de crimes de discriminação racial e incitamento ao ódio, associadas a declarações polémicas sobre a comunidade cigana.
A estafada reforma da justiça é uma gritaria ignorante entre as várias inércias do sistema.
A indemnização ao ex-primeiro-ministro é um preço muito baixo para os ganhos de transparência que a quebra do segredo de justiça trouxe no plano político e moral.
Portugal não tem uma cultura patriótica, não conhece a sua história, não tem valores sobre a sua identidade, despreza a língua portuguesa, e torna-se palco da manipulação sistemática nas redes sociais. Com uma excepção perversa: o futebol.