Sábado – Pense por si

SIGA-NOS NO WHATSAPP
Não perca as grandes histórias da SÁBADO

Almada: as fúrias de Inês de Medeiros no refúgio de boys do PS

É “difícil trabalhar” com a presidente de câmara do PS, dizem antigos colaboradores. Aparelho da câmara foi colonizado por socialistas. E a crise da água abriu guerras internas.

Ouviam-se gritos que vinham do oitavo andar. Na sede dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada (SMAS), os funcionários, sentados uns pisos abaixo, procuravam perceber o que tinha acontecido. Tratava-se de um ataque de fúria protagonizado por Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada. Empossada pouco antes, a 30 de outubro de 2025, a autarca tinha cedido à CDU a presidência do organismo municipal, responsável pela recolha, tratamento e abastecimento público de água, uma exigência dos comunistas para aceitarem um acordo de governação camarário que garantisse maioria. De acordo com relatos de dois funcionários dos SMAS, Inês de Medeiros ter-se-á apercebido que o único gabinete entre a sala do conselho de administração e a presidência estava a ser ocupado por adjuntos do novo presidente – e na qualidade de vogal dos SMAS, exigia aquele escritório para trabalhar.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login