Sábado – Pense por si

Gilberto GIl é o primeiro cabeça de cartaz do CoolJazz
Pedro Henrique Miranda

CoolJazz, o festival da boa nostalgia

Com um cartaz de peso e a habitual predileção pelos grandes nomes do passado, o festival Cool Jazz abraça uma ampla diversidade de géneros no seu saudável saudosismo.

Ciência consegue prevenir doenças

Mais do que tratar, o futuro da saúde passa por evitar os problemas, com a sequenciação genética a ser decisiva. E ainda: reportagem na Ucrânia debaixo de fogo; António Muchaxo conta as histórias de um restaurante especial.

Susana Lúcio

Ensinar os bebés a comunicar por gestos

Diana Soares aprendeu as palavras gestos de língua gestual portuguesa aos oito anos. É professora e usa a língua para ensinar bebés a comunicarem melhor com os pais.

Bad Bunny em números: mais de 119 mil milhões de plays no Spotify e mais de 100 milhões de ouvintes mensais
Tiago Neto

Quem tem medo do coelho mau?

Nos dias 26 e 27 de maio, Bad Bunny atua no Estádio da Luz, em Lisboa. Canta em espanhol, parte de Porto Rico e chega ao centro da pop global com uma música elástica: de festa, luto, política, desejo e afirmação latina.

Durante quatro dias, o rali, a decorrer no Norte e Centro, deverá ter 1 milhão de espetadores
Carlos Torres

Rali de Portugal: acelerar para 1 milhão de fãs

A edição de 2026, além do grande impacto económico (no ano passado gerou 193 milhões de euros), promete muita competitividade, com a presença de pilotos de topo, como Sébastien Ogier (nove vezes campeão do mundo), Elfyn Evans (líder do Mundial), Takamoto Katsuta (2º) ou os veteranos Thierry Neuville e Dani Sordo.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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