Esta sexta-feira ojornal Nascer do SOLavançou que o secretário de Estado do ambiente vendeu, em fevereiro de 2021, altura em que era deputado, uma empresa de arquitetura e reabilitação urbana a duas sócias do grupo Semural WE.
Falamos de uma empresa que se dedica ao transporte de resíduos perigosos (incluindo lixo radioativo) e que esteve envolvida na polémica ambiental relacionada com oaterro sanitário de Valongo. No mês em que a venda foi concluída, Hugo Pires era coordenador da Comissão Parlamentar do Ambiente e terá ainda relatado um parecer na Assembleia da República sobre resíduos urbanos.
Em declarações ao jornal, o secretário de Estado do Ambiente garante que não existe qualquer caso de conflitos de interesses, algo que o próprio ministério confirma. Já o gabinete do ministro Duarte Cordeiro garante que atualmente Hugo Pires não tem qualquer participação em empresas.
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Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.