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Prendas de Natal, de um político para outro

Alexandre R. Malhado
Alexandre R. Malhado 24 de dezembro de 2022 às 10:00

Isaltino Morais dava um balde e uma esfregona a António Costa, Rui Tavares oferecia-lhe uma “visita guiada ao património devoluto do Estado”. Nuno Melo sugere nova “coelhinha anã fofinha” a Ventura e Inês Sousa Real um DVD de Ferdinando, o touro. Também há Memofante e Red Bull. Eles explicam porquê.

Chegou o Natal. "Época de recolhimento em família e de reencontros com amigos", numa quadra de "esperança e conforto", como afirmou o primeiro-ministro António Costa numa mensagem de Natal há quatro anos. De facto, como manda a tradição natalícia, o mês de dezembro é de jantares de grupo e trocas de presentes entre amigos, culminando na consoada, onde se come e bebe em família. Imbuída pelo espírito do Natal, de paz e harmonia, aSÁBADOdesafiou líderes políticos, autarcas e deputados para uma troca de presentes (hipotética, claro) - e proporcionou momentos de carinho entre companheiros de partido e de escárnio entre opositores. Livros e viagens à Venezuela e ao Tibete para pôr rivais a refletir sobre o mal que (alegadamente) fazem, garrafas de vinho para brindar com companheiros de partido, as intenções variaram.

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