Carlos Moedas: "Destruir o património da cidade não é um direito"
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu o direito à greve, mas a destruição do património da cidade, dizendo terem sido limpos mais de mil grafitis na sequência da greve.
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu o direito à greve, mas a destruição do património da cidade, dizendo terem sido limpos mais de mil grafitis na sequência da greve.
O misto de cegueira voluntária e indiferença estudada, quando não cúmplice, face a tamanha coleção de operações já não é um detalhe, corrói a forma como se olha para o poder, e não apenas o autárquico, mas o nacional, aquele que só consegue balbuciar “não é connosco”. É – e cada vez é mais.
Uma fuga épica da corte, várias fugas à justiça, algumas fugas ao escrutínio público, e pistas para fugir daqui para espairecer: maio foi bom, e deixámos sugestões para que possa ser ainda melhor.
Em causa acidente com o Elevador da Glória no ano passado, em que morreram 16 pessoas.
Em causa estão buscas relacionadas com o acidente do elevador da Glória.
Operação para recolha de provas envolve mais de duas dezenas de inspetores.
Presidente da Câmara de Lisboa publicou um vídeo em que se vê duas cadeiras brancas em vários pontos turísticos da capital. Na descrição lê-se: "BeM-ViNDo a LiSBoA, BeNITo!"
A proposta foi discutida na reunião extraordinária de hoje e aprovada com o voto contra do BE, a abstenção do PCP e do Livre e os votos favoráveis das restantes forças políticas (PSD, CDS-PP, IL e PS).
Os €75 mil que a câmara de Lisboa deu a Gonçalo Castel-Branco são a ponta do icebergue. O Chefs on Fire, festival gastronómico "premium", recebe milhões, sobretudo do Turismo de Portugal. Ao mesmo tempo, o promotor (que reconhece dependência dos subsídios) está a processar uma empresa do Estado (a CP) em €2 milhões
Aquela que será a 96.ª edição da FLL contará com cinco novos participantes, estando confirmados 128, em representação das várias chancelas.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Iniciativa decorre entre 11 de junho e 19 de julho.
No valor de 750 mil euros.
"Não aceitamos que, perante a desvalorização da carreira e a baixa adesão aos concursos, o Governo privilegie a exposição mediática em detrimento de soluções sólidas", acusa.
Anúncio foi feito pelo primeiro-ministro durante um encontro tripartido com com os presidentes das câmaras municipais de Lisboa e Porto, Carlos Moedas e Pedro Duarte. A cidade Invicta vai ter um distrito económico e empresarial.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, acredita que esta solução vai "libertar muito do trânsito" da VCI, anunciando ainda um túnel entre a Ponte da Arrábida e a Avenida AEP para aliviar o Nó de Francos.