NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Para que não lhe escape nada, todos os meses o Diretor da SÁBADO faz um resumo sobre o que de melhor aconteceu no mês anterior.
O secretário-geral do PS reiterou as críticas que tem feito ao primeiro mês do Governo de Luís Montenegro - que classificou de "mau Governo".
O líder socialista considerou esta segunda-feira que "quem parece que está a trabalhar para eleições é o Governo" e assegurou estar disponível para uma maioria com PSD/CDS que permita viabilizar as negociações que sejam concluídas com diferentes grupos profissionais.
FILIPE AMORIM/LUSA
"Nós não estamos a trabalhar para eleições, quem parece que está a trabalhar para eleições é o Governo", respondeu Pedro Nuno Santos numa entrevista esta noite à SIC e à SIC Notícias quando questionado sobre se espera eleições legislativas antecipadas.
O secretário-geral do PS reiterou as críticas que tem feito ao primeiro mês do Governo de Luís Montenegro - que classificou de "mau Governo" - contrapondo que, ao contrário do executivo, o PS não criou "nenhum grupo parlamentar de combate", mas sim uma bancada de deputados "de qualidade que faz o seu trabalho".
"Nós não nos vamos anular, não vamos deixar de existir, de apresentar as nossas propostas, de nós batermos por elas. Faremos isso com um grande sentido de responsabilidade", enfatizou.
Sobre as negociações com os professores, Pedro Nuno Santos sublinhou que o importante é que o Governo consiga chegar a um acordo com estes e com outros profissionais com quem se está a reunir neste momento.
"Mais uma vez uma amostra de que nós não somos uma força de bloqueio, mas sim de responsabilidade porque nós disponibilizamo-nos para construir uma maioria com o Governo que permita viabilizar as negociações que concluírem com os sindicatos", disse.
A questão da justiça esteve presente em muitas das perguntas que foram feitas ao líder do PS, que recordou a iniciativa conhecida a semana passada de várias "personalidades de reconhecido mérito na sociedade portuguesa" que lançaram um debate sobre este tema que deve ser feito no país.
"E aí está um bom exemplo, é uma matéria onde é muito importante que o PS e o PSD se possam encontrar e discutir em conjunto, trabalhando em conjunto todas as matérias de regime, nomeadamente justiça, política externa, política de defesa", disse.
Publicamos para si, em três periodos distintos do dia, o melhor da atualidade nacional e internacional. Os artigos das Edições do Dia estão ordenados cronologicamente aqui ,
para que não perca nada do melhor que a SÁBADO prepara para si. Pode também navegar nas edições anteriores, do dia ou da semana. Boas leituras!
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
No meio da negritude da actualidade política, económica e social em Portugal e no resto do Mundo, faz bem vislumbrar, mesmo que por curtos instantes, uma luz.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.