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Mário Machado planeia ataque de grupo extremista 1143 a partir da cadeia

Chefe do grupo 1143 dava ordens e queria expulsar comunidade islâmica. Polícia Judiciária efetua 37 detenções. Agente da PSP e militar da Força Aérea entre os suspeitos.

Mário Machado foi preso, mas nunca mudou de vida. O chefe do movimento 1143 - um grupo nacionalista e neonazi - continuava a dar ordens a partir da cadeia de Alcoentre. Falava com Gil Costa - seu número dois e conhecido por Gil ‘Pantera’, dada a sua ligação à claque do Boavista - e preparava o que seria o maior ataque à comunidade islâmica alguma vez visto em Portugal. Estava tudo marcado para que o ataque se iniciasse em fevereiro deste ano. A ‘Operação Irmandade’ da Polícia Judiciária travou os planos criminosos e fez ontem 37 detidos. Entre eles está um agente da PSP, afeto ao Comando de Setúbal, e um militar da Força Aérea.

Mário Machado na noite do ataque, a 24 de março de 2018, no Prior Velho, Loures
Mário Machado na noite do ataque, a 24 de março de 2018, no Prior Velho, Loures DR

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