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MAI afasta demissão devido a morte de Ihor Homenyuk

Em comunicado, Eduardo Cabrita elenca as decisões tomadas após a morte de um cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa. Não menciona custos de transladação do corpo pagos pela viúva nem o botão de pânico.

Um dia depois da demissão de Cristina Gatões da liderança do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), o ministro da Administração Interna defende-se: garante ter condenado a morte do cidadão ucranianoIhor Homenyuk"desde a primeira hora" e que foram tomadas várias decisões. Porém, no comunicado nao surge menção de apoio à viúva, que esta quarta-feira revelou em entrevista à SIC ter pago a transladação do corpo de Portugal para a Ucrânia (€2.200) e ainda não ter contado aos filhos como é que o pai morreu.

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