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Juiz polémico anulou outra pena por violência doméstica em 2016

Neto de Moura considerou que a vítima cometeu traição e por isso era "falsa, hipócrita, desonesta, desleal, fútil, imoral".

Esta não é a primeira vez que o polémico juiz Joaquim Neto de Moura toma uma decisão criticando veementemente as mulheres adúlteras. Em Junho de 2016, o juiz desembargador, no Tribunal da Relação do Porto, anulou uma sentença de dois anos e quatro meses de prisão em pena suspensa por violência doméstica agravada. A justificação foi a vítima, que cometeu adultério, ser "uma pessoa falsa, hipócrita, desonesta, desleal, fútil, imoral". 

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