Quem é o juiz que não gosta de mulheres adúlteras?

Quem é o juiz que não gosta de mulheres adúlteras?
Mariana Branco 23 de outubro de 2017

Joaquim Neto de Moura, para quem o adultério é "um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem", começou a sua carreira em 1989. Conselho da Magistratura vai debater caso em plenário

Joaquim Neto de Moura, que manteve duas penas suspensas a dois arguidos de violência doméstica em Outubro deste ano e anulou uma outra em 2016, ambas devido a adultério da vítima, começou a sua carreira em 1989.

O juiz para quem o adultério é "um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem" trabalha há 28 anos. Os primeiros tribunais por onde passou foram o Tribunal da Comarca de S. Pedro do Sul, o da Comarca de S. Vicente, e o da Comarca de Ponta do Sol e Vouzela (este, em 1991). Antes, passara por Miranda do Douro (1990) e Viseu. 

Depois, rumou ao Funchal – trabalhou no Tribunal de Círculo e na Vara Mista da principal cidade da Madeira. Esteve na ilha entre 1996 e 1999. Voltou ao continente e passou por Loures. Em 2010, foi promovido ao Tribunal da Relação de Lisboa, como auxiliar, e desde 2013 que se encontra no Tribunal da Relação do Porto.

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