Desde as mais eufóricas às mais silenciosas, houve discursos inflamados e derrotas assumidas. E Manuel João Vieira.
O vencedor da primeira volta das presidenciais, António José Seguro, avisou que, apesar do “resultado fantástico” de domingo, “nada está garantido”. André Ventura quer assumir a liderança do espaço "não socialista" ou "da nova direita". Segunda volta vai pôr frente a frente os dois candidatos. Mas a noite foi de euforia para outras campanhas.
Candidatos PresidenciaisSábado
Seguro juntou família, amigos, vizinhos, ex-ministros do PS numa casa cheia e disse que aqui cabem "todos os democratas". Passou à segunda volta em primeiro lugar (com 31,1% dos votos), tem o apoio declarado da esquerda e o adversário preferido - Ventura. Já fala sobre a tomada de posse.
Já Ventura mostrou-se mais satisfeitop por ser confirmado (ou autoconfirmado) como o líder da "nova direita". O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
Cotrim Figueiredo, que foi recebido pelos apoiantes como se tivesse passado à segunda volta (ou até vencido as eleições), considerou que os eleitores terão de fazer uma escolha entre um candidato mau e outro igualmente mau. Mas não indicou aos seus 900 mil eleitores em quem deviam votar.
Gouveia e Melo "naufragou" e conseguiu apenas 600 mil votos, o que lhe assegurou o quarto lugar. Promete continuar a dar a voz pelo País e a defender os seus interesses.
O candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS teve talvez a noite mais difícil de todas. Assumiu a derrota e decidiu que não ia apoiar publicamente nenhum dos candidatos que passa à segunda ronda.
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