Presidenciais: Seguro nas Beiras e Ventura no Norte em dia de voto antecipado com 309 mil inscritos
No quinto de dez dias de campanha oficial para a segunda volta das eleições presidenciais.
No quinto de dez dias de campanha oficial para a segunda volta das eleições presidenciais.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Adeptos ajudam a manter academia a salvo da água
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
"É a primeira vez que o National Theatre de Londres apresenta um espetáculo em língua portuguesa", congratulou-se o criador e encenador do espetáculo, Tiago Rodrigues.
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
E ainda o estranho caso da fotógrafa do CDS-PP e os secretários de Estado que continuam a pedir ajuda para a renda
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
O chefe do executivo disse que neste momento está apenas focado em governar.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Os apoiantes de Marques Mendes e de Gouveia e Melo deverão, na grande maioria, transferir o seu voto para Seguro na segunda volta e o mesmo fará a esquerda. O maior número de indecisos está entre quem votou Cotrim de Figueiredo.