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O acordo possibilita o pagamento a cerca de 650 mil funcionários públicos a quem foi suspenso o salário e a reintegração de outros colocados em licença laboral.
Democratas e republicanos chegaram no domingo a acordo no Senado, o que permitirá pôr fim à mais longa paralisação do Governo dos Estados Unidos, segundo fontes contactadas por vários órgãos de comunicação norte-americanos.
O shutdown tem vindo a afetar o tráfego aéreo nos Estados UnidosAP
O acordo inicial foi negociado pelos senadores democratas Angus King, Jeanne Shaheen e Maggie Hassan e vários senadores republicanos, segundo divulgou a publicação Politico.
A paralisação do Governo começou em 1 de outubro devido à ausência de acordo entre republicanos e democratas para aprovar o novo orçamento federal, que permite financiar as operações governamentais.
O acordo, segundo a Bloomberg, vai permitir ao Congresso aprovar os fundos orçamentados para os departamentos da Agricultura, Assuntos dos Veteranos e outras agências até 30 de janeiro, ao mesmo tempo que possibilita o pagamento a cerca de 650.000 funcionários públicos a quem foi suspenso o salário e a reintegração de outros colocados em licença laboral.
De acordo com a Fox News, os senadores vão começar a votar no final da noite de domingo (já esta madrugada em Lisboa), embora a Câmara dos Representantes tenha de se reunir para formalizar o fim do mais longo encerramento do Governo federal na história dos Estados Unidos, 40 dias, devido à falta de um acordo para alargar o Orçamento dos EUA.
Como parte do acordo, o líder da maioria republicana no Senado, John Thune, prometeu aos democratas votar, em dezembro, uma extensão dos subsídios para a lei dos cuidados de saúde, conhecida como Obamacare, que expira no final do ano e que se tinha tornado o grande obstáculo ao acordo.
"Parece que estamos mais perto de um acordo para acabar com o bloqueio", disse esta noite o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, depois de regressar à Casa Branca vindo de Mar-a-Lago, na Florida.
Esta paralisação do Governo federal já dura há 40 dias, um recorde, e provocou a suspensão dos salários de várias centenas de milhares de funcionários federais, o encerramento de serviços básicos, o não pagamento de senhas de alimentação para os mais pobres e longos atrasos nos aeroportos e no tráfego aéreo devido à falta de controladores ou de membros da segurança aeroportuária, entre outras consequências.
Confrontados com a falta de salários, muitos funcionários públicos foram obrigados a recorrer a subsídios de alimentação ou a empréstimos de emergência, enquanto um grande número continuou a trabalhar sem receber o salário.
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São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.
Estes movimentos, que enchem a boca com “direitos dos trabalhadores” e “luta contra a exploração”, nunca se lembram de mencionar que, nos regimes que idolatram, como Cuba e a Venezuela, fazer greve é tão permitido como fazer uma piada com o ditador de serviço.
Uns pais revoltavam-se porque a greve geral deixou os filhos sem aulas. Outros defendiam que a greve é um direito constitucional. Percebi que estávamos a debater um dos pilares mais sensíveis das democracias modernas: o conflito entre direitos fundamentais.