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Saiba quais são os nomes mais vezes referidos nos ficheiros Epstein

Diogo Barreto
Diogo Barreto 05 de fevereiro de 2026 às 17:11
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No top 10 de nomes citados estão dois presidentes norte-americanos e alguns dos homens mais ricos do mundo.

Foram divulgados novos documentos dos ficheiros Epstein e há vários nomes de famosos que surgem nos documentos. O nome mais referido é o de, como seria expectável, o príncipe André (Andrew Mountabtten-Windsor). O pódio inclui ainda dois presidentes norte-americanos.

Jeffrey Epstein: professor de matemática, consultor e acusado de crimes financeiros
Jeffrey Epstein: professor de matemática, consultor e acusado de crimes financeiros AP

O outrora "príncipe André" é referido 302 vezes, aparecendo em 16 documentos. O segundo nome mais referido é o de Bill Clinton, antigo presidente norte-americano e também um dos grandes amigos de Jeffrey Epstein. O pódio fecha ainda com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que foi também um grande amigo do multimilionário que caiu em desgraça. Clinton é referido 235 vezes e Donald Trump 53.

Na lista surgem ainda nomes de pessoas como Bill Gates, o fundador da Microsoft (38 referências), o homem mais rico do mundo e dono da Tesla, Elon Musk (21 vezes), ou o antigo conselheiro do presidente Trump, Steve Bannon.

O fundador da Microsoft, Bill Gates, que foi um erro ter mantido o contacto com Jeffrey Epstein, garantindo que nunca esteve envolvido em atividades ilegais nem visitou a ilha privada do milionário. Gates diz que a relação foi “um beco sem saída” e que se arrepende de a ter mantido.

No top dez de nomes mais referidos nos ficheiros conta-se ainda o nome de Harvey Weinstein, o antigo produtor de cinema caído em desgraça pelas atitudes predatórias a atrizes em Hollywood e atualmente a cumprir pena de prisão, ou Richard Branson, fundador da Virgin.

Processo Casa Pia surge nos ficheiros de Epstein
Processo Casa Pia surge nos ficheiros de Epstein Sábado/Medialivre

Em comunicado, o Departamento de Justiça norte-americano sublinhou que os ficheiros podem "incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos de forma fraudulenta, dado que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que cumpre a Lei".

Dados anteriormente divulgados lançaram luz sobretudo sobre a enorme rede do abastado consultor financeiro nova-iorquino, que morreu numa prisão de Nova Iorque em 2019, antes de ser julgado por ter montado e dirigido um esquema de exploração sexual de raparigas menores.