Além da Bélgica e da Alemanha, as chuvas diluvianas e as consequentes cheias causaram graves danos materiais na Holanda, no Luxemburgo e na Suíça.
O número de vítimas mortais na sequência das fortes chuvadas e inundações que estão a fustigar a parte da Europa Central aumentou para 133 na Alemanha, elevando para 153 o número de mortes na Europa.
REUTERS/Thilo Schmuelgen
"Segundo informações atualizadas, 90 pessoas perderam a vida durante a catástrofe" na região da Renânia-Palatinado, uma das mais afetadas, indicou hoje a polícia, em Koblens, citada pela AFP.
As autoridades admitem que possa haver mais mortos, uma vez que ainda há dezenas de pessoas desaparecidas nessas duas regiões, em especial numa localidade próxima de Colónia, onde um grande deslizamento de terras derrubou vários edifícios.
Este número soma-se às 43 mortes contabilizadas na Renânia do Norte-Vestefália, outra região alemã fortemente atingida pelas inundações, e às 20 mortes registadas na Bélgica, onde há outras 20 pessoas desaparecidas.
Na Bélgica, o Governo decretou que na próxima terça-feira será dia de luto nacional.
Além da Bélgica e da Alemanha, as chuvas diluvianas e as consequentes cheias causaram graves danos materiais na Holanda, no Luxemburgo e na Suíça.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.