NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
"Isto chama-nos à atenção de que as sociedades têm de ser transparentes, que tudo o que se faz tem de ser conhecido, para que o Estado possa atuar em todos os planos, fiscal e da justiça", disse Santos Silva
O presidente do Conselho de Administração do BPI, Artur Santos Silva, disse hoje defender o fim dos 'offshore', por esconderem "muita coisa".
"Eu sou um grande defensor do fim dos 'offshore', porque escondem muita coisa que não deve ser escondida", afirmou, em declarações aos jornalistas.
O banqueiro falava à margem da participação que teve hoje, em Fafe, no evento "Terra Justa", na qualidade de presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.
Sobre o alegado envolvimento do grupo BES no caso do 'offshore' do Panamá, Artur Santos Silva comentou que "quem exerce funções na banca exerce funções de grande interesse público e tem de ter sempre a ética e a lei na frente dos olhos".
O presidente do BPI acrescentou: "Isto chama-nos à atenção de que as sociedades têm de ser transparentes, que tudo o que se faz tem de ser conhecido, para que o Estado possa actuar em todos os planos, fiscal e da justiça".
Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ, na sigla inglesa), com sede em Washington, que reuniu para este trabalho 370 jornalistas de mais de 70 países, mais de 214.000 entidades 'offshore' estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.
O semanário Expresso e a TVI, que integram em Portugal este consórcio, noticiaram que há mais de 240 portugueses nas 'offshores' do Panamá, entre os quais os nomes mais conhecidos são Luís Portela, Manuel Vilarinho e Ilídio Pinho.
A investigação resulta de uma fuga de informação e juntou cerca de 11,5 milhões de documentos ligados a quase quatro décadas de actividade da empresa panamiana Mossack Fonseca, especializada na gestão de capitais e de património, com informações sobre mais de 214 mil empresas "offshore" em mais de 200 países e territórios.
A partir dos Papéis do Panamá (Panama Papers, em inglês) como já são conhecidos, a investigação refere que milhares de empresas foram criadas em "offshores" e paraísos fiscais para centenas de pessoas administrarem o seu património, entre eles rei da Arábia Saudita, elementos próximos do Presidente russo Vladimir Putin, o presidente da UEFA, Michel Platini, e a irmã do rei Juan Carlos e tia do rei Felipe VI de Espanha, Pilar de Borbón.
Santos Silva defende fim dos 'offshore' por esconderem "muita coisa"
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.