A China venceu 44 medalhas, 15 das quais de ouro, ficando à frente dos Estados Unidos e Rússia, segundo e terceiro classificados no pódio das medalhas.
A China foi o país mais medalhado nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina, que terminaram este domingo, marcados pela estreia de Portugal na competição e pelo regresso pleno da Rússia e da Bielorrússia.
Equipa chinesa de Hóquei no GeloAP Photo/Luca Bruno
Em Itália, a estreia lusa na competição, que juntou cerca de 650 atletas, de 50 países, foi protagonizada por Diogo Carmona, que terminou na 18.ª posição a prova de banked slalom SB-LL2, ganha pelo italiano Emanuel Perathoner.
Com 44 medalhas, 15 das quais de ouro, a China confirmou a supremacia que já havia demonstrado em Pequim2022, liderando destacada o quadro de pódios à frente dos Estados Unidos, que conquistaram um total de 14 medalhas, e da Rússia, que somou 12, segundo e terceiro, respetivamente.
O regresso da Rússia e da Bielorrússia, autorizadas pela primeira vez a competir sob os respetivos símbolos nacionais desde a invasão à Ucrânia em fevereiro de 2022, gerou tensões ao longo de toda a competição.
A Ucrânia e vários países europeus manifestaram a sua oposição, e alguns comités paralímpicos boicotaram a cerimónia de abertura, em Verona.
Apesar de o hino russo ter ecoado oito vezes em solo italiano, o evento decorreu sem incidentes graves de segurança, embora tenham sido registados gestos de descontentamento, como o de atletas alemães que viraram as costas à bandeira russa durante uma cerimónia de pódio.
A Ucrânia denunciou ainda alegadas pressões do Comité Paralímpico Internacional sobre os seus atletas, incluindo o pedido à campeã de biatlo Oleksandra Kononova para retirar brincos com a inscrição "Parem a guerra" durante o pódio.
Após a cerimónia de encerramento, o testemunho será entregue à França, anfitriã dos próximos Jogos Paralímpicos de Inverno, nos Alpes, em 2030.
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