Coronavírus: assintomáticos são transmissores particularmente perigosos

Coronavírus: assintomáticos são transmissores particularmente perigosos
Diogo Barreto 31 de março de 2020

Novos estudos revelam que o vírus espalha-se rapidamente pelos chamados assintomáticos, pessoas que estão infetadas, mas que não exibem sintomas.

Mais preocupante do que a taxa de letalidade do vírus (os cientistas apontam que estará próxima do 1%), é a forma como ele se propaga e a facilidade com que contamina novos "hóspedes". É esta rapidez de infeção que levou a que 725 mil pessoas estejam infetadas por todo o mundo que já haja casos confirmados em todos os continentes (com excepção da Antárctida).

Mas novos estudos apontam que o vírus tem uma arma secreta: transmite-se a partir de pessoas assintomáticas. O grande dilema é que aqueles que não têm sintomas nem se apercebem de que podem estar a transmitir o vírus.

O que é ser assintomático? O vírus entra no nosso organismo e "pega-se" às células humanas, começando a reproduzir-se. Quando o nosso corpo percebe que o vírus está alojado e a destruir células, desencadeia uma resposta inflamatória para se tentar proteger e expulsar o objeto estranho que o está a atacar. Como consequência desta resposta ao vírus, aparece a febre.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Investigação
Opinião Ver mais