Diz-se Bocage e escreve na montra contra o vírus

Diz-se Bocage e escreve na montra contra o vírus
Raquel Lito 31 de março de 2020

Num tasco fechado em Lisboa acumulam-se poemas do presumível dono do estabelecimento. Há rimas sobre a pandemia e o "coronafinanceiro". Marketing de crise?


Diz-se Bocage e faz da montra de um tasco um livro de poemas. Rimas fáceis e atuais despertam a atenção de quem passa na rua Morais Soares, em Lisboa. O autor assina "Sonho", o mesmo nome do restaurante fechado (com cortina de ferro, já enferrujado) pelas medidas de contenção ao coronavírus.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Investigação
Opinião Ver mais