A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
O Irão e os Estados Unidos receberam no domingo uma proposta preliminar que prevê um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz disseram dois altos funcionários de países do Médio Oriente à Associated Press.
Guerra no Médio Oriente AP
As fontes não foram identificadas.
A primeira notícia sobre a mesma proposta foi noticiada esta segunda-feira pelo portal de notícias norte-americano Axios.
De acordo com a Associated Press, a proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
As duas fontes disseram que o prazo de 45 dias pode ser suficiente para que as negociações venham a alcançar um cessar-fogo permanente.
O Irão e os Estados Unidos ainda não responderam à proposta, comunicada no domingo à noite ao ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e ao enviado norte-americano para o Médio Oriente, Steve Witkoff, disseram os mesmos responsáveis.
O Irão declarou que vai continuar a lutar até receber reparações financeiras e a promessa de que o país não vai ser novamente atacado.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou bombardear pontes e centrais elétricas iranianas esta semana caso não venha a ser adotado um acordo sobre a navegação no Estreito de Ormuz.
Mais de 1.900 pessoas foram mortas no Irão desde o início da guerra, mas as autoridades de Teerão não atualizam o número de vítimas há vários dias.
No Líbano, país invadido por Israel por via terrestre, mais de 1.400 pessoas foram mortas e um milhão de civis foram obrigados a deslocar-se dos locais de residência por causa da guerra.
Onze soldados israelitas morreram no Líbano em combates contra o Hezbollah (Partido de Deus), grupo xiita apoiado pelo Irão.
Nos países árabes do Golfo e na Cisjordânia ocupada, morreram mais de duas dezenas de pessoas, e foram registadas 19 mortes em Israel.
Pelo menos 13 militares norte-americanos foram mortos desde 28 de fevereiro, data do início da guerra.
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