Irão nega acordo sugerido por Donald Trump sobre entrega de urânio enriquecido
Líder da Casa Branca disse também que o Irão aceitou "nunca mais fechar o Estreito de Ormuz".
Líder da Casa Branca disse também que o Irão aceitou "nunca mais fechar o Estreito de Ormuz".
Na sequência de 'posts' que fez na sua rede social o líder da Casa Branca disse que o Irão aceitou "nunca mais fechar o Estreito de Ormuz".
Jerome Powell pode, de facto, continuar a exercer funções como governador. Este mandato só termina para ele no início de 2028.
A Casa Branca está a ponderar a proposta apresentada pelo mediador. Irão abriria o Estreito de Ormuz também por duas semanas, segundo a proposta.
Foram relatadas "várias explosões" no local.
A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
O presidente norte-americano partilhou uma mensagem na sua rede social, onde garante que as conversações estão a "progredir muito bem".
As opções passam por invadir ou bloquear a ilha de Kharg, invadir Larak, tomar a ilha de Abu Musa e duas ilhas mais pequenas, também estratégicas pela sua localização perto da entrada ocidental do estreito.
Pessoas próximas do presidente dos EUA estão a demonstrar "arrependimento" em relação ao conflito no Irão, mas o presidente parece "eufórico" com a ideia deste ataque, que se junta ao sucesso da detenção de Maduro.
O porta-aviões USS Abraham Lincoln e três contratorpedeiros lançadores de mísseis chegaram ao Médio Oriente há mais de duas semanas.
As partes admitem retomar o diálogo nos próximos dias.
O portal Axios sublinhou que o Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump planeia confiscar estes petroleiros caso entrem em águas internacionais.
Boston Globe, CBS News, The Independent e The Washington Post estão entre os primeiros "infratores dos média da semana".
A autoridade, conhecida como Conselho de Paz, que terá um conselho de supervisão liderado pelo próprio Presidente norte-americano Donald Trump, vai supervisionar a reconstrução de Gaza sob um mandato da ONU de dois anos, renovável.
No início da semana, António Guterres confirmou que os membros do Conselho de Segurança da ONU estavam a discutir a proposta inicial dos EUA sobre Gaza, que inclui um projeto de resolução para o estabelecimento desta força internacional.
Segundo Zelensky, depois de um cessar-fogo, “será muito difícil para a Rússia retomar a agressão, se existirem garantias de segurança sólidas” para a Ucrânia.