Kiev e Moscovo derrubam centenas de drones no meio das negociações
Ucranianos e russos deverão retomar hoje as negociações em Genebra, sob mediação dos Estados Unidos, para tentar encontrar uma solução para quatro anos de conflito.
Ucranianos e russos deverão retomar hoje as negociações em Genebra, sob mediação dos Estados Unidos, para tentar encontrar uma solução para quatro anos de conflito.
Em Genebra estiveram também presentes representantes da Alemanha, França, Reino Unido e Itália.
A delegação iraniana é representada pelo seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, enquanto o enviado Steve Witkoff representa os Estados Unidos.
Enviado especial russo afirmou que se verificaram progressos sobre o acordo de paz para a Ucrânia nas reuniões supervisionadas pelos EUA.
A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.
Novas datas foram avançadas este domingo por Volodymyr Zelensky.
A cedência de território, garantias de segurança e quando os combates devem cessar são as três questões centrais e nas quais os dois lados estão sob discórdia.
Representantes ucranianos e russos terminaram hoje uma primeira ronda de negociações em Abu Dhabi sob mediação norte-americana.
As partes admitem retomar o diálogo nos próximos dias.
Witkoff viaja ainda esta quinta-feira para Moscovo, prevendo-se um encontro com a cúpula do Kremlin para transmitir o ponto da situação negocial com Kiev.
O Presidente russo propôs que os fundos fossem enviados para o Conselho de Paz, uma iniciativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem como objetivo garantir a paz na Palestina.
“Com base numa reunião muito produtiva que tive com o secretário-geral da NATO, formámos o quadro de um futuro acordo no que diz respeito à Gronelândia e, de facto, sobre toda a região do Ártico”, escreveu o presidente dos EUA nas redes sociais.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
Discussões, que se realizarão na Florida, ocorrem num momento em que uma série de bombardeamentos russos contra as infraestruturas da Ucrânia provocaram cortes de energia no meio do inverno.
A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.