O triunfo da banalidade e dos rabos postiços

O triunfo da banalidade e dos rabos postiços
SÁBADO 28 de setembro
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Uma das qualidades, mas também um dos defeitos, dos tempos modernos é a desacralização de quase tudo o que antes foi intocável, e que hoje se torna mais realista e diverso, ao mesmo tempo mais batido, comum, às vezes até popularucho.

Uma das qualidades, mas também um dos defeitos, dos tempos modernos é a desacralização de quase tudo o que antes foi intocável, e que hoje se torna mais realista e diverso, ao mesmo tempo mais batido, comum, às vezes até popularucho. Ancestrais pilares sociais como a igreja, a família, o Estado ou a escola têm sido desafiados e repensados, estilhaçando as suas cartilhas de sempre, reinventando-se e multiplicando-se. E se algumas estavam obsoletas, outras eram estruturantes. Se os códigos de sedução social estão cada vez mais diáfanos no advento das redes sociais, ganhando novas fórmulas e protagonismo, outras coisas nunca mudam no verniz social de sempre: só mostramos o bom e estamos sempre óptimos, obrigada. É uma parada de auto-estimas, um desejo de pertença e evasão, um scroll de imagens belas como se a vida se conseguisse emoldurar.

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