Sábado – Pense por si

Estão a viver temporariamente na casa dos sogros de Nívia, os pais do atual marido e padrasto de José
Lucília Galha

Mãe de criança que ficou sem pontas dos dedos na escola: "O meu maior medo é o meu filho tornar-se um agressor”

A 10 de novembro de 2025, José Lucas ficou com as pontas dos dedos amputados, por causa de dois colegas da escola. A mãe, Nívia Estevam, acusou a instituição de maus-tratos e quer que seja responsabilizada pela agressão. Numa entrevista exclusiva e emocionada à SÁBADO recorda todos os pormenores do dia em que encontrou o filho ensanguentado e com uma mordaça na boca, para aguentar a dor. Teme que ele nunca mais volte a ser o mesmo, e que se culpe pelo que aconteceu.

Os moradores queixam-se de que os resíduos estão a contaminar as águas
Sandro Bettencourt

Repórter SÁBADO: "Vivemos cercados por uma lixeira"

A população de Brejos da Moita acusa a empresa Amarsul de ser a responsável pelas descargas de lixiviado que estão a destruir terrenos agrícolas e a privar o acesso à água potável. O caso está a gerar revolta e pode mesmo configurar num crime ambiental grave.

Panorama

A indústria da zanga

Ser anti qualquer coisa é uma tática conhecida e a mobilização é frequentemente superior quando há circunstâncias de contexto que favorecem o ressentimento, a zanga ou a revolta. Se estamos zangados com algo, estamos mais ativados e propensos para certo comportamento.

Matheus Reis revoltado após ser expulso no Arouca-Sporting: defesa teve de ser agarrado

Matheus Reis revoltado após ser expulso no Arouca-Sporting: defesa teve de ser agarrado

Matheus Reis foi expulso nos instantes finais finais do Arouca-Sporting (1-2), já depois de Suárez marcar o golo da vitória dos leões aos 90'+6. O ala, que tinha sido substituído aos 80' por Debast, esteve dentro do relvado após Suárez marcar, numa altura em que os ânimos se exaltaram, e acabou por ver o vermelho. Já no banco, não escondeu a sua revolta pela expulsão.

O Canto das Políticas

Porque votar importa e, desta vez, em Seguro

A abstenção atual não nasce da ignorância e indecisão, mas da desilusão e elevada exigência diária, incluindo a leitura e reflexão. A abstenção não corrige o sistema, torna-o mais pobre. Menor participação fragiliza a legitimidade democrática e amplifica, pelo fenómeno da dispersão de votos, os extremos, amiúde fortemente organizados e hierarquizados.

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