Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
A invocação de «causa de força maior» para suspender contratos de fornecimento de combustíveis ou alumínio era consequência certa e previsível da guerra.
A SÁBADO recebeu o seguinte direito de resposta em relação ao artigo "Miguel Milhão investe 264 mil euros num novo jornal".
A discussão que ainda mal começou sobre as propostas governamentais de revisão de leis laborais deixa a claro a falta de tino e visão da ministra Maria Ramalho e de Luís Montenegro.
Ora acontece que, infelizmente, as instituições do Estado, ao seu mais alto nível, são as primeiras a prevaricar.
E essa gente está carregada de ódio, rancor e desejos de vingança, e não esquecem nem perdoam o medo e a humilhação que aqueles seus familiares (e, em alguns casos, eles próprios, apesar de serem, nessa altura, ainda muito jovens).
O debate sobre rendas já não é sobre rendas, menos ainda sobre política habitacional. É, cada vez mais, reflexo da distorção que a tecnologia provoca na percepção da nossa realidade.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
Nunca a SAD liderada por Frederico Varandas tinha dado tanto em valor fixo por um futebolista, superando os 20 M€ de Gyökeres
SAD comunica valor fixo de 65,7 M€, aos quais se podem acrescentar mais 10,2 M€ em função de objetivos
O comportamento do Ministério Público é junto com os mecanismos do populismo, em que o justicialismo tem um papel, a ascenção da extrema-direita, um dos maiores factores para a actual crise interior da democracia.
Há um efeito, também, numa ideia de reforço e crescimento agressivo de todo o conjunto das invectivas “trumpianas”.
Esta política feita de ameaças e punições isolou os EUA dos seus amigos e reforçou a vontade dos seus inimigos. Vai haver quem ceda e vá à Casa Branca como, numa insultuosa imagem de Putin, um cãozinho com o rabo a abanar. Os outros têm de ser postos na ordem com ameaças económicas e militares.
Luís Montenegro encenou a comédia cavaquista do “deixem-me trabalhar”, enumerando os vastos feitos de um governo prenhe de uma vocação salvífica, colocando-se no papel de homem providencial.