Fundação INATEL celebra nove décadas com exposição
“90 Anos de Lazer e Humanismo em Portugal”
“90 Anos de Lazer e Humanismo em Portugal”
Um empate que em princípio vai acabar com as idas à praia e os posts na piscina.
No início de carreira, ter uma licenciatura garante mais 28% por cento de salário do que ter o secundário. O mestrado garante mais 49%.
Sim, e só para uma edição, pagos pela câmara de Pinhel, incluindo €75 mil só para criar a "narrativa" do evento. Como o poder local e o Estado Central gastam milhões todos os anos em adjudicações bizarras.
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
Dados divulgados pela Pordata revelam que as crianças portuguesas estão entre as que passam mais tempo em estabelecimentos de ensino na União Europeia. Para o professor de filosofia no ensino secundário, David Erlich, o número de horas é importante, mas a qualidade do tempo também é relevante.
O escritor descendente de Eça de Queirós vai fazer parte da administração liderada pelo antigo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros Nuno Sampaio.
Com um cartaz inteiramente lusófono, as diferentes correntes da grande tradição brasileira brilharam no terceiro Coala português, com sucessos para todos os gostos.
O filósofo e sociólogo francês Edgar Morin morreu esta sexta-feira aos 104 anos.
Segunda grande conferência do NOW acontece em Lisboa a 16 de junho.
Na peça que pode ser vista de 29 a 31 de maio no TBA, em Lisboa, o grupo belga Ontroerend Goed tira atores de cena. Fica uma caixa, o público e uma pergunta: ainda sabemos cuidar uns dos outros?
Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.