Sábado – Pense por si

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

António José Vilela

Como funcionam as lojas secretas da Maçonaria

Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.

Como José não pode sair da cama, a equipa de cuidados paliativos deslocou-se a sua casa para lhe proporcionar uma 'ida' à praia através de óculos de realidade virtual
Mónica Baltazar

Os últimos desejos de quem está nos cuidados paliativos

Há quem decida casar-se, passear à beira-mar, visitar o estádio do clube do coração, transpor para uma tela uma sonata de Beethoven, despedir-se dos gatos ou celebrar os 18 anos da filha. Quando não há cura, cuidar faz toda a diferença. Os sonhos dos doentes e quem os torna realidade.

José Santos, diretor clínico da Multicare

“Alterações climáticas estão a mudar o perfil das doenças”

O impacto das alterações climáticas na Saúde já é uma realidade, com efeitos visíveis no aumento de doenças respiratórias, cardiovasculares e infecciosas. A resposta passa por antecipar riscos, reforçar a literacia e apostar em modelos de cuidado mais contínuos e personalizados.

No país emerso

Prédio colapsado, Moedas despreocupado

Os instrumentos jurídicos para intervir existem há anos. As autarquias podem intimar proprietários a realizar obras de conservação, agravar o IMI até ao sêxtuplo do valor normal, e, em última instância, executar obras coercivas a expensas do proprietário. Existe ainda, desde 2019, inscrita na Lei de Bases da Habitação, a possibilidade de tomada de posse administrativa de edifícios devolutos.

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