Bondades e manhas do político à míngua de água
Há, contudo, coisas sem perdão e entre elas contam-se deixar as gentes na penúria de água ou no desalento da terra queimada.
Há, contudo, coisas sem perdão e entre elas contam-se deixar as gentes na penúria de água ou no desalento da terra queimada.
Este Mundial ficará para a história por muitas razões, mas talvez nenhuma tão simbólica como a polémica em torno da suspensão do jogador da seleção dos Estados Unidos.
Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.
Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.
Tubarões Azuis chegaram aos oitavos de final do Mundial, onde foram eliminados pela campeã Argentina.
A reunião ocorre num momento em que a invasão russa à Ucrânia já dura há cinco anos.
O presidente norte-americano, Donald Trump, assinalou os 250 anos da independência dos Estados Unidos com um discurso em Washington, com mensagens políticas.
Milhares de pessoas assistiram ao espetáculo de fogo de artifício no ‘National Mall’, em Washington, um dos momentos altos das celebrações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos.
Um incêndio deflagrou na Ponte de Brooklyn durante o espetáculo de fogo de artifício que assinalou o Dia da Independência dos Estados Unidos. As chamas foram rapidamente extintas pelos bombeiros e não há registo de feridos.
O 51.º aniversário da independência de Cabo Verde está, este domingo, a ser festejado com a receção aos Tubarões Azuis na capital, cidade da Praia, com a população a saudar a equipa após a participação no Mundial 2026.
O Amerigo Vespucci, navio escola da Marinha Italiana lançado em 1931, participou na grande parada marítima organizada em Nova Iorque para assinalar os 250 anos da independência dos Estados Unidos.
Aviões militares sobrevoaram Nova Iorque, numa das principais celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos, perante milhares de espectadores.
Autoridades locais acabaram por tomar decisões difíceis em prol da segurança do público, como cancelar o grande desfile que estava agendado para sábado, uma das principais atrações do Dia da Independência.
Enquanto decorre o Mundial 2026, pelo menos 13 das 48 seleções representam países envolvidos em guerras ou conflitos latentes. Nove já foram eliminadas da competição de futebol, que entra este fim de semana nos oitavos de final.
Presidente exaltou a grandeza do país nas comemorações da independência, em Washington.
Uma cápsula do tempo com objetos enviados pelos 50 estados norte-americanos e territórios foi enterrada em Filadélfia para assinalar os 250 anos da independência dos Estados Unidos. Só deverá ser aberta em 2276.