Os homens não nascem grandes e que agora Venha Deus, Ele mesmo, diretamente
É curioso pensar toda a incrível História de Cristo como uma história de representatividade.
É curioso pensar toda a incrível História de Cristo como uma história de representatividade.
O seu nascimento foi visto como milagroso, mas a morte do rei-herói acabou com Portugal (até à Restauração de 1640). E ainda: o problema dos pais-helicóptero; as histórias da praia de Moledo.
O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.
Cantora, compositora, atriz e filantropa, morreu esta terça-feira, aos 80 anos. Fez do excesso uma armadura, da vulnerabilidade uma linguagem e do sonho americano uma obra escrita pela própria mão.
Presidente português enviou na segunda-feira uma mensagem em vídeo ao homólogo "e a todos os cidadãos ucranianos", por ocasião do Dia da Independência da Ucrânia, prestando tributo àqueles "que defendem esta independência no terreno".
França juntou-se às celebrações dos 35 anos da independência da Ucrânia e, esta segunda-feira, iluminou a Torre Eiffel, em Paris, com as cores da bandeira ucraniana.
O Presidente dos Estados Unidos expressou ainda "confiança" no futuro da Ucrânia "como uma nação soberana e próspera" e referiu-se à "amizade" entre os dois países.
A defesa da independência do TPI não é uma causa abstrata nem um mero debate técnico jurídico, sendo sim a salvaguarda do próprio Estatuto de Roma e do compromisso ético de proteger as vítimas de crimes atrozes.
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, garantiu, esta segunda-feira, que o Reino Unido vai cumprir “na íntegra” todos os compromissos assumidos com a Ucrânia, durante uma cerimónia em Kiev que assinalou o Dia da Independência ucraniano.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reafirmou, esta segunda-feira, o apoio da União Europeia à Ucrânia durante uma visita a Kiev. Costa juntou-se a vários líderes europeus nas celebrações do Dia da Independência da Ucrânia e garantiu que a UE continuará a apoiar o país “durante o tempo que for preciso”.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e a primeira-dama, Olena Zelenska, prestaram homenagem aos soldados mortos em combate, esta segunda-feira, em Kiev, quando se assinala o Dia da Independência do país.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, apelou, esta segunda-feira, ao apoio da Europa para travar a guerra com a Rússia, defendendo uma resposta europeia unida e determinada. O discurso aconteceu no Dia da Independência do país, que assinala 35 anos desde que se tornou independente da antiga União Soviética.
António José Seguro reforçou que Portugal "continuará a prestar apoio político, humanitário, financeiro e militar à Ucrânia enquanto for necessário".
Vários líderes europeus chegaram, esta segunda-feira, a Kiev para participar nas celebrações do Dia da Independência da Ucrânia. O país assinala 35 anos desde que declarou a independência da antiga União Soviética, a 24 de agosto de 1991.
A presidente da Comissão Europeia sublinha ainda que, perante a intensificação dos ataques russos, a UE está a reforçar o apoio a Kiev para “ajudar a Ucrânia a proteger a sua população e a defender o seu espaço aéreo”.