D. Sebastião. O rei menino, beato e heróico
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
É certo que estamos na silly season, mas vir falar na sua década de 2024-2034 parece demasiado ambicioso para quem nem no spin de verão está a acertar. A idade dos porquês tem um timing. Montenegro tem dois anos de governo, está mais do que na altura de estabelecer uma relação mais adulta com o País que pretende ambiciosamente governar até 2034. Ou não chega lá.
Líder do Chega afirmou que o seu partido "tem tido a capacidade de fazer e de se assumir como uma oposição que não tem medo de denunciar os problemas".
Secretário-geral do PSD elogiou, em contrapartida, os resultados do Governo PSD/CDS-PP, voltando a lamentar que tenham "pouco espaço mediático".
O ministro da Presidência remeteu a discussão das condições para um contexto de reuniões partidárias, mas repetiu a recusa categórica da proposta do Chega de baixar a idade da reforma.
Líder do Chega afirmou na rentrée do partido que o estudo divulgado na terça-feira foi pedido porque defendeu a descida da idade da reforma.
De facto, este é mais um episódio do processo de Venturização de Carlos Moedas em curso.
Oposição considera que o primeiro-ministro ignorou os reais problemas dos portugueses.
André Ventura é apenas a pessoa que se atreveu a verbalizar um ideário que esteve escondido durante décadas após o 25 de abril de 1974, mas que nunca desapareceu.
Os titulares de cargos públicos não representam apenas a si próprios. Representam o Estado e por isso, quando sobre eles recaem dúvidas sérias que afetam a confiança dos cidadãos, a resposta não pode limitar-se à defesa jurídica da legalidade dos seus atos.
Em relação ao atraso na divulgação das notas dos alunos, Isaltino Morais abordou a gestão da situação por parte do Ministério da Educação. "O governo não pode funcionar pelo achismo", declarou, referindo-se às promessas sobre os prazos de publicação das pautas.
Pedro Pinto acusou o Governo de deixado "o país num caos", porque "não conseguiu reformar nada, nem cumprir nenhuma das promessas que fez aos portugueses".
Hugo Soares admitiu que a novidade do processo de digitalização dos exames nacionais do ensino secundário trouxe "algumas dificuldades", e manifestou "total solidariedade e compreensão pelos transtornos" criados.
Mário Amorim Lopes referiu a polémica em torno da correção dos exames nacionais, a falta de água em Almada, o aumento do custo de vida, a crise na habitação ou as dificuldades de acesso à saúde.
Para o líder da bancada socialista, apesar dos contributos do PS para a estabilidade política, o executivo escolheu como solução "negociar com a extrema-direita".
A mensagem que o partido quis passar nesta reunião magna foi clara: assume-se como "o futuro da esquerda", "veio para ficar" e até já sonha em governar, considerando que esse cenário é mesmo "inevitável".