Os acontecimentos nacionais de 2025
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
É uma barreira de proteção do corpo, mas em excesso provoca tosse, expetoração e pode colocar o seu filho nas urgências pediátricas
Menino de dois anos morreu esta semana no Porto após de sofrer uma paragem cardiorespiratória. Engasgou-se com um pedaço de maça.
Intelectual de proa, bióloga e romancista, casou-se três vezes, uma delas em Las Vegas com botas de pele de cobra. Adotou dois miúdos, teve uma depressão, declarou insolvência e deu explicações para pagar as contas. Sobreviveu a um acidente, nunca largou a escrita e mudou-se para Estremoz, a terra do seu primeiro amor.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão, incluindo nessa liberdade muita coisa que está em Portugal no âmbito das proibições constitucionais. Mas sempre disse que o limite seria o crime, e há crime no uso da palavra e da escrita exclusivamente para a calúnia, o insulto e difamação.
A sequela de "O Diabo Veste Prada" chega a Portugal em abril de 2026. O enredo permanece em segredo mas há uma certeza: os passos de Miranda Priestly continuam a fazer tremer a redacção — e o mundo da moda.
Registaram-se 13 casos em 10 estados norte-americanos.
O Novo Banco só podia acabar assim: com o Estado a sair por uma porta e a PJ a entrar por outra.
Até pode ser bom obrigar os políticos a fazerem reformas, ainda para mais com a instabilidade política em que vivemos. E as ideias vêm lá de fora, e como o que vem lá de fora costuma ter muita consideração, pode ser que tenha também muita razão.
O sistema, se tanto o detesta, tem de saber fazer melhor do que levá-lo ao colo, seja para Belém, para São Bento, ou para onde for
Nascida da crítica política e social, "O Nariz de Cleópatra, Pois Claro!" ganha novo fôlego nas palavras de Cristina Carvalhal. Uma comédia absurda que nos traz o passado e o futuro para questionar o presente, em cena desta sexta-feira, 12, a 5 de outubro.
Nenhum candidato se reclama herdeiro da proximidade e da selfie, pelo contrário. Ninguém quer herdar o maior legado de Marcelo.
No meio do imundo mundo onde estamos cada vez mais — certos dias, só com a cabeça de fora, a tentar respirar — há, por vezes, notícias que remetem para um outro instinto humano qualquer, bem mais benigno. Como se o lobo mau, bípede e sapiens, quisesse, por momentos, mostrar que também pode ser lobo bom.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais
As notícias da morte do jornalismo foram muito exageradas. Estranhamente, vive e até se recomenda.
Estou farto que passem por patriotas aqueles que desfazem e desprezam tudo o que fizemos, tudo o que alcançámos e, sobretudo, tudo o que de nos livrámos – a miséria, a ignorância, o colonialismo.