Um ano depois, o bairro do Talude voltou
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
A ministra da Saúde exonerou oito conselhos de administração de hospitais antes do fim dos seus mandatos, o que abriu a porta a vários processos de indemnização. Pelo menos 12 gestores fizeram o pedido de compensação, dois já foram para tribunal.
Segundo avança do Correio da Manhã este domingo.
Sem carro e com nove imóveis, teve ganhos na PJ que beneficiaram do suplemento de missão. Foi para ministro ganhar menos
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Álvaro Santos Pereira despacha o seu antecessor à velocidade Porsche e, por conseguinte, resolve-se o problema de existência de dois monarcas onde só um senta-se no trono.
Banco central atribuiu a Mário Centeno, que tem 59 anos, uma reforma de 10 mil euros brutos por mês.
Um procurador em Portugal não é apenas um “acusador” na esfera penal. Ao contrário do que sucede em países como França ou Espanha, o nosso sistema confere ao Ministério Público competências de uma transversalidade ímpar.
Antigo jornalista foi eleito eurodeputado e teve de entregar na Entidade para a Transparência o seu património.
Destas mulheres, uma em cada cinco ganhava o salário mínimo nacional, conclui um estudo elaborado pela CGTP.
No domingo estarão em confronto dois políticos com visões opostas do País e dois homens com perfis socioeconómicos distintos
Ministro das Infraestruturas e da Habitação recorreu às redes sociais para responder ao CEO da Ryanair, tanto sobre a crítica às taxas dos Açores, como às limitações que existem em Lisboa.
Feyenoord aceita o central desde que chegue a custo zero e passe os testes físicos.
Durante anos a fio os investigadores lecionam com contratos precários e sem remuneração. Académicos e sindicato referem “largas centenas” de casos. Universidades consideram que as aulas fazem parte do pacote remuneratório do contrato, um critério disputado por vários académicos.
A previsão é a de que neste primeiro ano, no verão, se incorporem cerca de 3.000 pessoas, tendo em vista um total de 10.000 em 2030 e de 42.500 em 2035.