Está na altura do Estado tirar a mão do nosso bolso
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
Se for um manual técnico, um livro que beneficie do hipertexto, uma mensagem curta, etc. fazê-lo num meio digital é uma enorme vantagem. Mas para ler em certas idades ou ler ficção ou poesia noutras é mau. O olhar humano tem limitações, precisa de espaço para ver e folhear não é replicável num ecrã.
Rostos novos, capazes de libertar a esquerda e a direita brasileiras do feitiço lulista ou bolsonarista, não se vêem no horizonte.
O chefe da diplomcacia iraniana, Abbas Araghchi, disse na cimeira dos BRICS que os Emirados Árabes Unidos são um parceiro "activo na agressão" contra o Irão.
A SÁBADO fez um levantamento inédito de todos os familiares de José Maria do Espírito Santo Silva. Dos descendentes, 59 trabalham ou trabalharam no grupo e são vários os que admitem ter perdido dinheiro.
Nascido em 1936, nas Caldas da Rainha, o artista plástico e designer José Santa-Bárbara é recordado pelo PCP, partido em que militava desde jovem, pela sua "relevante e extensa" obra nas artes visuais, em áreas como a escultura, a pintura, a medalhística, a ilustração e o design.
Muito se fala de uma geração à qual atribuem mais defeitos do que qualidades. Talvez seja, contudo, seja esta a geração que vai mudar tudo. E, por tudo, entenda-se, t u d o.
Mais do que duplica o valor face ao período homólogo (+€17,4M)
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Em 1933, antes mesmo de ter sido realizada uma qualquer investigação, os nazis culparam os comunistas por esse incêndio.
O Estado português falha. Os sucessivos governos do país, falham (ainda) mais, numa constante abstração e desnorte, alicerçados em estratégias de efeito superficial, improvisando sem planear.
Reconhecer o Estado da Palestina é relevante para fazer valer o princípio da negociação política e essa é a única consideração que importa e que Portugal deve ter em conta.
Há um círculo de poder que manda muito mais do que as entidades políticas eleitas. Este círculo de poder vem do poder económico, organizado em “confederações” empresariais ou com origem nos grandes grupos económicos.
A primeira eleição já havia sido uma péssima notícia para o Mundo, mas com Trump II e a sua maioria de republicanos MAGA nas duas assembleias do Congresso e com uma maioria de juízes reaccionários no Supremo Tribunal Federal, a situação tornou-se verdadeiramente horripilante.
As pessoas maravilhosas não cabem em qualquer colecção, não podem ser catalogadas, nem preservadas de forma definitiva. Elas escapam-nos com o tempo, e, se as tentarmos prender, provavelmente a magia da sua maravilha desaparece.
Um romance exige tempo e dinheiro, e escrevê-lo nas horas vagas implicará criar com contundência menor. Menos tempo é menos atenção ao detalhe, menor rigor, menos força; é menos capacidade de concatenar elementos e engrandecer o alcance.