Crise no Amadora-Sintra: "Equipas funcionam desfalcadas"
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Segundo a RTP foi vítima de Gripe A. Tinha 86 anos.
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Rejeitam as pantufas e o sofá com o fito de dar mais vida aos anos. Bons exemplos de quem contraria o prazo de validade com que a sociedade tende a carimbar os que saem do mercado de trabalho. E os especialistas que empurram os seniores para o exercício, a comida saudável e o convívio.
Bióloga de renome e escritora de grande fama, Clara Pinto Correia teve uma vida cheia e repleta de altos e baixos. Morreu aos 65 anos.
Trabalho foi publicado na revista Cardiovascular Research.
Resta saber se a Europa será capaz de unir forças para enfrentar a vacância americana e a ameaça russa. Ou se, pelo contrário, repetirá o erro fatal de 1914, multiplicando também as suas próprias “esferas de influência”.
"A minha amizade com a família Mota remonta ao período em que o seu pai, Manuel António da Mota, regressou a Portugal", lembra.
O empresário, que liderou a Mota-Engil durante três décadas, morreu este domingo.
A iniciativa decorre até sábado na Faculdade de Letras da UP e conta com académicos, polícias, bombeiros e autoridades florestais.
O manifesto publicado pela Fundação Para a Saúde exige o regresso dos centros de saúde. "O esvaziamento da ideia do centro de saúde, começou com os agrupamentos dos centros de saúde", diz o antigo diretor-geral da Saúde, Constantino Sakellarides, que é signatário do documento.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
Entre os subscritores estão o Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, e a antiga ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?