A inteligência artificial e o direito a ser principiante
O risco não é apenas perder empregos para a IA. É eliminar as oportunidades onde se aprende uma profissão - e depois exigir humanos capazes de supervisionar as máquinas.
O risco não é apenas perder empregos para a IA. É eliminar as oportunidades onde se aprende uma profissão - e depois exigir humanos capazes de supervisionar as máquinas.
Os nomes em destaque são a economista Yulia Navalnaya, viúva de Alexei Navalny e atual líder da oposição russa, e a advogada iraniana Shirin Ebadi, Prémio Nobel da Paz e fundadora do Defenders of Human Rights Centre.
Descoberta pode proporcionar novas formas de tratamento de infeções que se tornam resistentes a antibióticos. Há, no entanto, preocupações de que esta tecnologia pode ser utilizada de forma maliciosa para criar novas doenças.
Será que substituir professores por guias e a didática tradicional por algoritmos é a solução adequada ou apenas a versão rica e sofisticada de um velho problema estrutural?
Não há inteligência artificial responsável sem pessoas eticamente competentes. E quanto maior o risco ético, maior a exigibilidade de competência ética.
Haver um telemóvel ou um computador que lhe permite ler este texto, ou até a rede social onde encontra a notícia – nada disso seria possível sem os Estados Unidos. Foram os americanos que inventaram as comunicações à distância e até mesmo a Inteligência (Artificial) que hoje compete connosco.
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
A conclusão do autor resumia-se numa frase: “Se se puserem maçãs boas numa situação podre, ficamos com maçãs podres.” Por isso, quem tem poder – como as polícias – tem de ser enquadrado em salvaguardas institucionais à prova da escalada individual, ou grupal, para o abismo.
Cientistas descobriram que a molécula pTOS atua na região do cérebro que regula o apetite. Ratos que receberam a molécula viram uma redução no apetite e perderam 9% do peso corporal.
O braço-de-ferro entre Donald Trump e Jerome Powell à volta das taxas de juro vai terminar em maio, quando o governador da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, cessar funções. Para o seu lugar, entra Kevin Warsh, com currículo e trabalho feito no setor. Mas também um aliado próximo do Presidente, que o descreve como “uma pessoa como deve ser, que nunca nos vai desiludir”. A independência da Fed está em risco?
Com mais de 20 anos de experiência no setor financeiro, Isabel Guerreiro ingressou em 2005 no Grupo Santander, tendo sido administradora executiva em Portugal, responsável pela rede de particulares e negócios e membro do ‘Supervisory Board’ do Santander Polónia.
A palavra pretende captar a novel capacidade ou competência de gerir e liderar duas forças universalmente opostas – estabilidade e agilidade.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Esquecemo-nos muitas vezes de que, para usarmos ferramentas de inteligência artificial, precisamos, na generalidade das situações e plataformas, de ser capazes de produzir um conjunto de instruções detalhadamente objetivas para conduzir o processo.
Embarcou numa biografia que ultrapassa os preconceitos do romance que Hannah Arendt viveu com Heidegger e que vai ao essencial do pensamento da filósofa. O que fazer perante os extremismos?
Guru, intelectual, milionário, próximo do Presidente, promotor de Vance, parceiro de Musk - e arauto do fim da democracia. Agora vai saber tudo sobre cada americano.