Guia dos Óscares: as nossas previsões e o que valem os mais nomeados
Entre os principais nomeados para a cerimónia de domingo, dia 15, que filmes valem o hype e quais estão sobrevalorizados? Uma análise aos grandes candidatos, com direito a apostas.
Entre os principais nomeados para a cerimónia de domingo, dia 15, que filmes valem o hype e quais estão sobrevalorizados? Uma análise aos grandes candidatos, com direito a apostas.
O líder parlamentar do PSD sublinhou esta quinta-feira que, nas redes sociais, os partidos podem afirmar o que quiserem sem esperar contraditório. No entanto, no Parlamento o que vale "é a verdade". Em resposta à bancada parlamentar do Chega que comparou Hugo Soares ao "Pinóquio", acusando-o de mentir, este defendeu que se não fosse ficção, o "nariz crescia" na bancada do partido de André Ventura.
Candidatos estiveram frente a frente para debater a greve geral, a defesa nacional ou até mesmo a privatização da TAP. Cotrim entrou a atacar mas no final o debate mostrou-se sereno. Houve até vários entendimentos.
André Ventura e António José Seguro à solta definiram-se. Num frente a frente sem controlo, ambos marcaram terreno. Seguro surpreendeu mais e conseguiu trazer (pouca mas alguma) agenda de campanha na área da saúde.
Um bando de provocadores que nunca se preocuparam com as vítimas do 7 de Outubro, e não gostam de ser chamados de Hamas. Ai que não somos, ui isto e aquilo, não somos terroristas, não somos maus, somos bonzinhos. Venha a bondade.
No dia em que o presidente dos EUA, Donald Trump, recebe na Casa Branca o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, surgiu numa praia de Telavive um desenho dos dois líderes com a frase ‘Não sejas enganado outra vez’.
Em 75 minutos, os dois principais candidatos debateram ideias para o país sem menções às mudanças na geopolítica e economia mundial. Pedro Nuno despejou o balde das suspeições sobre a conduta ética de Montenegro - não é todos os dias que um líder do PS cita uma investigação judicial em curso - e Montenegro acusou-o de "maledicência". Ambos 'flirtaram' com os pensionistas. Nenhum venceu por margem clara.
Afável e incisiva, a deputada do Bloco de Esquerda colocou o líder do CDS na defensiva - uma postura em que Nuno Melo não fez boa figura.
Economia e imigração dominaram o frente a frente entre os líderes do PS e do Chega, nesta terça-feira, na TVI. Ventura escorregou a falar sobre taxas, acabou colado a Trump; e, com o programa por apresentar, faltaram propostas para contrapor. Já Pedro Nuno Santos teve de fazer mea culpa sobre o IUC e a política de imigração de Costa, mostrando-se mais alinhado com as políticas da AD.
Num debate com amizade e sorrisos, os dois líderes tentaram mostrar que não precisam um do outro. Montenegro, mais focado no voto útil, embandeirou a sua governação
Foi um duelo de suplentes. Mas Nuno Melo e Inês Sousa Real até se esforçaram. Quase sempre cordatos, trouxeram para o debate os temas (e as frases) do costume, da imigração à guerra, da crise climáticas às touradas, da habitação à saúde animal. No final, Nuno Melo deixou uma bicada: "Eu gosto de animais, mas coloco as pessoas antes dos animais".
Inês Sousa Real tentou encostar Pedro Nuno Santos ao Bloco de Esquerda. Já o líder do PS tentou demonstrar como é um aluno que passou a gostar de contas certas e que não deseja pôr pernas a tremer com a sua política económica.
No primeiro frente a frente com as segundas figuras da AD e do Livre, Nuno Melo debateu com a deputada Isabel Mendes Lopes, que não se deixou esmagar pela experiência política, nem pelas ironias, algumas a resvalar para o estilo populista, do adversário
O secretário-geral do PS e o presidente da IL, Rui Rocha, estiveram esta noite na RTP a debater bolos, calvície, habitação, TAP, ferrovia e a economia.
Perante a guerra, a líder bloquista argumentou que a União Europeia tinha armamento suficiente, enquanto o dirigente socialista reforçou a necessidade de investir na área. Em nada estiveram alinhados, nem nas respostas ao problema crónico da habitação.
Luís Montenegro e Paulo Raimundo confrontaram ideias opostas com acusações de vitimização, propaganda e a provocação de que haverá comunistas com vontade de votar na AD