Artesanato e voz de abracadabra em Silicon Valley
Não apenas as mãos em Silicon Valley estão a fazer um artesanato perigoso; também a voz, as vozes em Silicon Valley, estão a ficar perigosas.
Não apenas as mãos em Silicon Valley estão a fazer um artesanato perigoso; também a voz, as vozes em Silicon Valley, estão a ficar perigosas.
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
É o segundo evento de massas de Leão XIV em Espanha, depois de mais de meio milhão de crentes ter estado numa "vigília de oração com jovens" no sábado à noite, também no centro da capital espanhola, no Passeio da Castelhana.
O músico tinha 95 anos. Tocou com muitos dos grandes nomes do jazz da década de 50 e 60 e teve uma carreira a solo que se tornou uma bíblia para os fãs de be-bop e hard jazz.
Os jornalistas é que demonstram interesse, eles, o PCP, é-lhes igual à litrosa que Carlos Brito seja cadáver.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Detido em Nova Iorque desde janeiro, ex-presidente da Venezuela desenvolveu uma obsessão pelo Papa e cita frequentemente excertos da Bíblia. Nos telefonemas que faz para casa, pergunta pela família, pela política venezuelana e fala de futebol.
A arma surgiu durante a Guerra Civil Espanhola e a partir daí tornou-se um símbolo de guerrilha. Foi essencial durante a Revolução Húngara (1956).
Se o estreito de Ormuz continuar o seu bailado macabro, abrindo e fechando ao sabor dos aiatolas, os tecno-saturados terão o privilégio de ver esfumar-se as suas férias em Punta Cana, Ibiza ou no Dubai.
O conflito com o Papa é um conflito de poder. Trump também gostaria de ser Papa, Grande Mufti, Rei de Inglaterra como cabeça da Igreja Anglicana, Ayatola, ou Grande Feiticeiro do Mali
Momento aconteceu num discurso no Pentágono
Passagem recitada por Pete Hegseth não existe na Bíblia. É uma adaptação de um "versículo" escrito para Samuel L. Jackson numa cena icónica do filme de Quentin Tarantino.
Alguns dissidentes levantam a cortina: abusos sexuais, maus-tratos e ostracismo fazem parte do rol de queixas. Samuel Ferrando participa no documentário da HBO e conta mais à SÁBADO.
Allen Pires Sanhá está a lançar músicas novas, mas promete que não haverá um regresso como Halloween, o alter-ego que o transformou num dos rappers mais respeitados em Portugal.
Trump criou o problema e não sabe como sair dele. Desconversa, mente, insulta aliados, decreta mudança de regime em Teerão que, obviamente, não aconteceu. Enquanto isso, está lançada a crise energética e a pressão inflacionista. O Presidente dos EUA é uma desgraça. E está cada vez mais difícil encontrar eufemismos para disfarçar esta evidência. Por muito que haja quem não se importe de continuar a cair no ridículo