Boletins tiveram o maior número de candidatos de sempre e três nomes que não foram aprovados.
Pela primeira vez em presidenciais desde o 25 de Abril, o voto nulo superou o voto em branco, numas eleições em que os boletins tiveram o maior número de candidatos de sempre e três nomes que não foram aprovados.
Votos nulos foram superiores aos votos em brancoANTONIO COTRIM/LUSA
No território nacional, registaram-se 64.817 votos nulos e 60.899 votos em branco, que correspondem a um aumento de 62% e 23%, respetivamente, em relação às eleições de 2021, ano da reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nas eleições de 2021, havia sete candidatos (os mesmos que constavam nos boletins de voto) e, no território nacional, os votos nulos representaram 0,94% (39.854 votos), enquanto os brancos foram 1,1% (46.862).
Numa verificação das restantes eleições presidenciais, sempre que os votos inválidos eram distinguidos entre votos brancos e nulos, os primeiros foram sempre superiores aos segundos.
A segunda volta das presidenciais portuguesas vai decorrer no dia 8 de fevereiro e será disputada por António José Seguro e André Ventura.
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