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PGR quis impor período de nojo devido a magistrado detido

Leonor Riso
Leonor Riso 23 de fevereiro de 2016 às 13:34

Depois da ida de Orlando Figueira para Angola, o então Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, pedia um período de nojo de dois anos antes que magistrados assumissem outras funções

Orlando Figueira, o procurador do Ministério Público detido no âmbito da Operação Fizz, inspirou em 2012 uma proposta de lei da Procuradoria-Geral da República, a dirigir ao Ministério da Justiça.