Assessor do ex-presidente peruano Fujimori condenado no Perú por homicídio de jornalista
A repórter morreu, aos 23 anos, quando recebeu no seu escritório um envelope bomba, que detonou quando o tentou abrir.
A repórter morreu, aos 23 anos, quando recebeu no seu escritório um envelope bomba, que detonou quando o tentou abrir.
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Em causa estão crimes de participação económica em negócio e abuso de poder.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Segundo explicou, fez o pedido, porque só seria possível tratar do passaporte angolano com uma declaração de exercício de atividade profissional no país.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Foi considerado culpado de liderar uma insurreição e impor ilegalmente a lei marcial.
Vereador do Chega em Lisboa tentou reduzir a pensão de alimentos de €350 para €100 e chamou à ex-mulher “prostituta profissional”, “chulazeca ordinária” e “sopeirita do Funchal ‘educada’ em Benfica”. Acusou-a ainda de ter um “corrupio de gajos” em casa, “a quem abres as pernas em frente aos teus filhos”. Ex-mulher acusou-o de violência doméstica.
O negócio foi todo triangulado por Oliveira Costa e Dias Loureiro, nos bastidores do cavaquismo profundo
Seguro tem nas mãos a chave para o reequilíbrio do regime, para a estabilidade das instituições e para a definição clara das prioridades do País.
Autoridades vão agora realizar diligências para recolher o cadáver do sítio onde foi escondido.
André Ventura insistiu, tal como no debate de quarta-feira, numa reflexão sobre a nomeação de vários altos cargos do Estado, nomeadamente a PGR.
Contra o grupo de 13 académicas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, que o têm acusado de assédio.
A pena é bastante superior aos 15 anos solicitados pelo Ministério Público.
Primeiro-ministro disse ter uma expectativa positiva acerca da participação dos portugueses nas eleições presidenciais.
Na sequência desta decisão, o tribunal indicou que a transferência ordenada por Alexandre de Moraes "já foi realizada".