MP acusa funcionárias de maus-tratos a oito crianças em jardim de infância de Amares
Arguidas aplicavam castigos, humilhavam e molestavam física, verbal e psicologicamente as vítimas.
Arguidas aplicavam castigos, humilhavam e molestavam física, verbal e psicologicamente as vítimas.
Tendo em vista as eleições previstas para o próximo ano.
Considera que o agente não agiu em legítima defesa
Cláudia Soares disse ao tribunal: “É a minha convicção que não existiu uma arma branca”.
Ao longo do julgamento testemunhas asseguraram que Odaír não tinha qualquer faca na mão quando foi atingido pelo agente Bruno Pinto, que por sua vez alegou que acreditou que quando disparou Odaír o estava a ameaçar com uma faca.
Ex-chefe de Estado acusou também as autoridades bolivianas e norte-americanas de promoverem uma campanha de "difamação, insultos e acusações sem provas".
Denúncias duplicaram no último ano.
O coordenador do BE processou o deputado do Chega por publicação difamatória. Diz que lhe causou "sofrimento psíquico" e que teve de tomar medicação após consulta com o médico de família. Foi também o número três, quatro e cinco em listas para legislativas entre 2009 e 2019.
A proposta prevê a introdução de novas medidas de coação alternativas à detenção, como o depósito de caução ou garantia financeira, obrigação de entrega de documentos de viagem e instalação em regime aberto em centros de instalação temporária.
Magistrado acusa Ministério Público de o perseguir e difamar "em retaliação" pela forma como decidiu no caso da Operação Marquês.
Rosário Teixeira deu a garantia ao ser confrontado em tribunal com o conteúdo de livro o qual é referido que os contactos com uma jornalista tinham existido.
O incidente foi suscitado pelo advogado Filipe Baptista depois de Rosário Teixeira ter negado que falara com jornalistas antes de o ex-governante ser detido em 2014, o que será contrariado no livro "O Tribunal dos Poderosos", escrito pelo jornalista António José Vilela.
Questionado pela juíza sobre o sofrimento psicológico por que passou, José Sócrates, de 68 anos, escusou-se a dar pormenores, por não querer permitir "uma humilhação" pública.
Em causa está a alegada violação pelo Ministério Público dos prazos para a conclusão do inquérito, comprometendo assim o direito do ex-governante a uma decisão judicial num prazo razoável.
O julgamento, público, está agendado para as 10h00, no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, no Campus de Justiça de Lisboa.
O coordenador do BE processou o deputado do Chega por publicação difamatória. Diz que lhe causou "sofrimento psíquico" e que teve de tomar medicação após consulta com médico de família. Defesa de Pedro Frazão suspeita da veracidade destas afirmações devido a aposentação do médico em 2020 e por não existir qualquer receita médica.